Campanha Terra de Santa Cruz: 36 jovens contra 500 ameaças
O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira promoveu a Caravana Terra de Santa Cruz, durante a qual 36 jovens voluntários alertaram a população brasileira contra os mais de 500 males do PNDH-3
Transcrevemos abaixo o relato da Caravana Terra de Santa Cruz, publicado na Revista Catolicismo deste mês, para apreciação de nossos leitores, e sobretudo daqueles que, com grande generosidade, doaram para esta importante e eficaz iniciativa.
Daniel Martins
Sem exagero, o novo Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), implantado-se no País, poderá “enterrar” os Dez Mandamentos.
Legalização do aborto e do “casamento” homossexual; direitos trabalhistas para as prostitutas; enfraquecimento da polícia e do judiciário; solapamento das garantias à propriedade privada — estes são alguns dos pontos incluídos no iníquo Programa.
Caso esses pecados sejam oficializados, o Brasil deixará de ser a Terra de Santa Cruz — glorioso nome que recebeu nos seus primórdios. Glorioso nome que 36 jovens escolheram para uma caravana de férias, durante a qual se empenharam num esforço público para impedir tão grande catástrofe.
Como se desenvolveu a campanha
Como norma geral, a campanha realiza-se na parte mais central das cidades, para as quais se dirigem os caravanistas em kombis ou veículos equivalentes. Formados tipicamente em farpa diante de um grande estandarte do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira (IPCO), todos rezam em praça pública uma Ave-Maria e cantam o conhecido hino Viva a Mãe de Deus e Nossa, em homenagem a Nossa Senhora Aparecida. Leia mais…
No Ceará, maioria é contra o aborto
Atilio Faoro

A maioria dos cearenses é contra a descriminalização do aborto, como já chegou a apregoar o ministro José Temporão.
Mais uma prova de que o PNDH3 está contra os desejos da população brasileira. No que depender da maioria dos cearenses, os projetos que despenalizam o aborto e destroem a família tradicional, e que estão embutidos no PNDH3, devem ir para o cesto de lixo.
Nada menos que 70% dos cearenses ouvidos pela pesquisa Datafolha para o jornal “O POVO”, de Fortaleza, querem que a lei sobre aborto permaneça como está, opondo-se a propostas de descriminalizar a prática, como já chegou a apregoar até o ministro da Saúde, José Temporão.
Empossado como Ministro da Saúde em 2007, no segundo mandato do governo Lula, Temporão defendeu a posição de que “o aborto é uma questão de saúde pública”, como se matar inocentes no seio materno pudesse afetar a saúde do povo.
Suas declarações causaram indignação na sociedade brasileira, e mesmo de sua própria mãe, descrita por ele como sendo uma católica muito devota.
Em artigo estampado pelo jornal “O POVO” (28-8-2010), a articulista Gisele Dutra comenta os resultados da pesquisa.
“No Ceará, apenas 12% dos entrevistados acham que a prática deve deixar de ser crime em qualquer caso” ressaltando que a rejeição ao aborto está geralmente ligada a motivações religiosas e, por isso mesmo, causa divergências. Leia mais…
Índices de produtividade
Um absurdo econômico

Mais uma tentativa de arruinar o Agronegócio brasileiro, umas das maiores fontes de renda do Brasil.
Não existe absolutamente nenhuma justificação econômico-social para que o estado imponha índices de produtividade ao proprietário rural sob pena de expropriação.
No Brasil, o mercado de produtos agropecuários é altamente competitivo e abastece a população em abundância, gerando, ademais, um significativo volume de divisas indispensável para o desenvolvimento do País.
Mais ainda, o setor agropecuário tem sido uma verdadeira âncora no controle da inflação e na estabilização da economia brasileira. Assim, pode-se afirmar que o setor agropecuário tem sido modelo no cumprimento de sua função social no conjunto da atividade econômica do Brasil.
O fato de que produtores individuais, eventualmente, não atinjam os índices mínimos exigidos pelo Estado, nada tem de errado. Situações de mercado, disponibilidade de financiamentos, restrições climáticas, aspectos técnicos, etc podem levar a um produtor a não aproveitar toda sua “capacidade instalada”, como acontece em qualquer atividade produtiva. Leia mais…
“NÃO MATAR” — um artigo que o leitor não encontrará na grande mídia
Paulo Roberto Campos
É tão pouco frequente encontrar declarações enérgicas (sem blablablás) de dignitários eclesiásticos, que, quando raramente encontro, faço questão de ajudar na divulgação — sobretudo porque eles não têm voz nem vez na mídia, geralmente abortista.
Da pequena, mas muito simpática, cidade de Oliveira (no Oeste de Minas Gerais), encontrei no site da Diocese um artigo do bispo, Dom Miguel Ângelo Freitas Ribeiro [foto], que já pelo título atraiu-me: “NÃO MATAR”(*). Certamente, o leitor não encontrará tal artigo na grande imprensa. Assim, aqui o transcrevo.
Eleições: NÃO MATAR
São quatro os direitos fundamentais da pessoa humana: direito à vida; direito à propriedade; direito à liberdade e direito à honra. “Quando se denota a ausência de um deles, a pessoa desaparece: sem vida não existe, sem propriedade não subsiste, sem liberdade, principalmente a religiosa, não se desenvolve, e sem honra não se relaciona”. (Dom Dadeus Grings, Arcebispo de Porto Alegre: Os sem. Comunicador, junho 2010, p 1). Entre os quatro direitos, o primeiro é o mais importante porque é a base de todos os outros. Leia mais…
Não há consenso sobre o “Consenso de Brasília”, que promove o aborto
Transcrevemos abaixo interessante notícia da ACI, sobre o famigerado “Consenso de Brasília”. O consenso parece que não está tão grande assim…
Para ler notícias anteriores sobre o “Consenso de Brasília”, que promove a legalização do aborto na América Latina, clique aqui.
Presidente salvadorenho desautoriza a feminista que assinou Consenso abortista de Brasília
SAN SALVADOR, 26 Ago. 10 (ACI) .- O Presidente de El Salvador, Mauricio Funes, desautorizou oficialmente a feminista Julia Evelyn Martínez que assinou o chamado “Consenso de Brasília”, um documento não vinculante que promove a despenalização do aborto na América Latina.
O mesmo sucede no Brasil, onde alguns deputados estão propondo um projeto de lei para deixar sem efeito qualquer obrigação para o país derivada do documento assinado pelo Ministro das Relações Exteriores Celso Amorim e a Secretária de Políticas para as Mulheres Nilcéia Freire.
O “Consenso de Brasília” saiu à luz em julho deste ano logo depois da conclusão da 11ª Conferência Regional sobre a Mulher da América Latina e o Caribe, promovida pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), que depende da ONU. Leia mais…
Assista à conferência do Dr Ives Gandra no Fórum ” As ameaças do PNDH-3 continuam”
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Assista à conferência do Deputado Paes de Lira no Fórum ” As ameaças do PNDH-3 continuam”
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Assista à conferência do Sr José Carlos Sepúlveda no Fórum ” As ameaças do PNDH-3 Continuam”
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Assista à conferência do Dr. Uebel no Fórum ” As ameaças do PNDH-3 continuam”
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O que certos brasileiros deveriam aprender
Nilo Fujimoto
A revista britânica “The Economist” destaca na edição de 26/08/2010 que o Brasil se tornou “o primeiro gigante tropical de agricultura” e o que mais a surpreendeu foi a “maneira” (1) como o Brasil alcançou aquele fato relevante.
A revista constatou que a “maneira” foi alcançar a auto-suficiência abrindo o mercado agropecuário e deixando os fazendeiros ineficientes serem excluídos pela competição; não dar subsídios, como é prática nos países desenvolvidos; e desenvolver novas práticas agrícolas e de cultivo através da fundação, em 26 de abril de 1973 (na plena vigência do governo militar), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Ao contrário dos movimentos “agro-pessimistas” e dos “eco-chatos” – propagadores do pensamento verde de que a agricultura boa é verde, pequena (familiar) e orgânica –, promoveu a monocultura com utilização intensa de fertilizantes químicos, sem preconceito em relação aos alimentos geneticamente modificados e baseado em grandes propriedades. Leia mais…


