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Palavra-chave: ‘CNBB’

A concepção de Frei Beto sobre a Igreja é diametralmente oposta à Santa Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo

17, março, 2013 24 comentários

Paulo Roberto Campos

Acima à esquerda, uma igreja bem ao estilo "Teologia da Libertação", igualitária e tribalista, contrasta com o esplendor da Basílica de São Pedro em Roma

Começo prestando uma homenagem a Frei Beto. Por ser partidário da teoria do gênero, talvez ele não goste da palavra homenagem, derivada de homem. Seja como for, homenageio-o grafando seu pseudônimo com apenas um “t”, atendendo assim aos ditames de sua mentalidade miserabilista, contrária ao supérfluo…

Em seu recente artigo “Os desafios para o novo Papa” (“O Globo”, 6-3-13), logo de início o controvertido “teólogo” da libertação faz uma declaração muito apropriada para quem desejasse a destruição da Santa Igreja como Nosso Senhor Jesus Cristo A estabeleceu, ou seja, uma instituição sacral e hierárquica.

Escreve o irrequieto frade dominicano, tão simpático ao regime ditatorial cubano que há mais de 50 anos subjuga e escraviza — não por um “governo colegiado”, mas através de um “chefe de Estado supremo e absoluto”, Fidel ou Raúl Castro — todo um povo: Leia mais…

Pe. Vital Corbellini: “se não desistir da reintegração de posse correrá sangue”

8, dezembro, 2012 18 comentários

Transcrevemos abaixo artigo do GPS do Agronegócio, que traz depoimento de fazendeira ameaçada por sacerdote eivado do espírito comunista.

Não sei nem por onde começar, pois tal é minha indignação que chega a ser doloroso apresentar em poucas linhas.

O assunto exige mais aprofundamento. Farei isso conforme a possibilidade de tempo, por enquanto manterei o breve texto para não ser negligente perante tamanho escândalo. Leia mais…

Análise do Novo Código Penal

6, dezembro, 2012 Sem comentários

Clique na imagem e veja uma análise do novo Código Penal em PDF. Se preferir, leia abaixo.

Projeto de Código Penal Angustia o País

As ameaças do Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) ressurgem com força coercitiva no anteprojeto de Código Penal, agora transformado em projeto que tramita no Senado. Estatização avançada, aborto largamente difundido, privilégios para os LGBT, drogas liberadas para cultivo e consumo próprios, enquanto os motoristas não podem tomar álcool; eutanásia favorecida, bullying penalizado, ampliação descabida dos crimes hediondos, indefinição do que possa ser “condição análoga à de escravo”, liberação total do lenocínio e do rufianismo, favorecimento do terrorismo praticado por movimentos ditos “sociais”, exaltação absurda dos animais. São estes alguns itens do ameaçador projeto, que será aprovado se não houver uma mobilização à altura da população.

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Lançamento do livro “Psicose ambientalista” supera todas as expectativas

3, outubro, 2012 10 comentários
Lançamento superou todas as expectativas
Lançamento superou todas as expectativas

Luis Dufaur

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No prestigioso Nacional Club de São Paulo, diante de um público que encheu o seu grande salão, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira – IPCO lançou o livro de D. Bertrand de Orleans e Bragança “Psicose ambientalista – Os bastidores do eco-terrorismo para implantar uma religião ecológica, igualitária e anticristã”.

O evento foi largamente aguardado pelo público, que virtualmente esgotou a primeira edição de 4.000 exemplares antes mesmo do lançamento.

Lançamento superou todas as expectativas

Quem ainda não adquiriu o livro poderá fazê-lo na medida em que ainda houver estoque nas livrarias intermediárias, como a Livraria Petrus, ou aguardar a segunda edição que já está em fase de preparação.

O Dr. Eduardo de Barros Brotero, diretor do IPCO, abriu a sessão em nome do presidente Dr. Adolpho Lindenberg, em viagem ao exterior. Leia mais…

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Projeto de Código Penal angustia o País – Parte I

4, setembro, 2012 3 comentários

As ameaças do Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) ressurgem com força coercitiva no anteprojeto de Código Penal,agora transformado em projeto que tramita no Senado. Estatização avançada, aborto largamente difundido, privilégios para os LGBT, drogas liberadas para cultivo e consumo próprios, enquanto os motoristas não podem tomar álcool, eutanásia favorecida, bullying penalizado, ampliação descabida dos crimes hediondos, indefinição do que possa ser “condição análoga à de escravo”, liberação total do lenocínio e do rufianismo, favorecimento do terrorismo praticado por movimentos ditos “sociais”, exaltação absurda dos animais. São estes alguns itens desse ameaçador projeto, que será aprovado se não houver uma mobilização à altura da população.

Gregorio Vivanco Lopes

A fim de explicar, de modo acessível, a manobra que vem sendo feita para implementar, mediante o atual Projeto de Código Penal, partes essenciais do (PNDH-3) do governo Lula da Silva, imaginamos a parábola que segue.

*    *    *

Durante os dias que precediam o Natal, um exército de índole eco-socialo-comunista, poderosamente armado, cercou uma pacífica e desprevenida aldeia, com o fim de conquistá-la e obrigar seus cidadãos a seguirem novos costumes e novas leis, coagi-los a agir e até a pensar contra seus princípios cristãos e sua vontade, e assim, sem derramar uma só gota de sangue, sujeitá-los a uma tirania de esquerda.

“Eles vão estar preocupados em preparar as festas natalinas, e nem se darão conta de nossa aproximação e de nossas intenções”, foi o cálculo feito pelos comandantes daquele exército. “Vamos pegá-los desprevenidos”.

Houve um fator, porém, com o qual os invasores não contavam. A aldeia tinha alguns sentinelas, que ao dar-se conta das manobras daquela tropa, deram o alarme. Foi um “Deus nos acuda”. Os alertas e as denúncias correram entre os habitantes como um corisco. Todos se mobilizaram, cada qual tirou de seus pertences as poucas armas que possuía; sobretudo apareceu de repente uma vontade indômita de não se deixar dominar.

Esse “arsenal” seria ridículo para enfrentar o poder daquele exército, menos num ponto que foi cuidadosamente pesado pelos invasores. A partir do momento em que soou o alerta, deixou de ser possível que a conquista se fizesse de modo pacífico e despercebido. Os comandantes tinham força suficiente para avançar, é fora de dúvida, mas seria ao preço de resistências e de lutas, produzindo mal-estares profundos e recusas ostensivas, enfim espezinhando a população, se não do ponto de vista cruento ao menos sob o aspecto moral e psicológico.

Reuniu-se então o conselho dos oficiais para decidir o que fazer. Chegaram a uma conclusão maquiavélica. Não haveria invasão, não compensava. O exército operaria uma retirada, porém apenas aparente. Não abdicaria de suas intenções, mas procuraria fazer-se esquecer, dar a impressão de que desistira. Quando os habitantes da aldeia estivessem suficientemente olvidados do ocorrido, mandariam pequenos destacamentos, em trajes civis, para procurar impor um ou outro ponto de seu grande programa de domínio. Agiriam por etapas e aos poucos para não despertar reações.

Em certo momento poderiam tentar um golpe mais profundo que virtualmente impusesse aos pobres aldeães grande parte daquilo que eles não queriam, e então com ameaças de prisão e de penas várias. No final teriam infligido a todos os habitantes seu plano primeiro.

Código Penal inspirado no PNDH-3

Para se entender essa parábola, é preciso lembrar que, às vésperas do Natal do ano de 2009, o governo Lula da Silva lançava por decreto o famigerado 3º Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) o qual, sob pretexto de direitos humanos, visava a revolucionar totalmente a sociedade brasileira (decreto nº 7.037, de 21-12-2009).

Constavam desse Programa, entre outros pontos: casamento homossexual, aborto, proteção às invasões de terras do MST, adoção de crianças indefesas por casais homossexuais, proibição de ostentar símbolos religiosos em estabelecimentos públicos, tendência a abrir as portas à bruxaria e ao satanismo, garantia de direitos trabalhistas e previdenciários às prostitutas, ademais de mostrar uma obsessão pelos comportamentos sexuais mórbidos ou desviados, acompanhada de um desejo frenético de classificá-los como “normais”.

E ainda: caráter totalitário e socializante alojado em ações de “transferência de renda”, “economia solidária” e outros slogans que a esquerda costuma usar para camuflar o socialismo; animosidade contra a propriedade privada, expressa num desejo de desapropriações de terras para a reforma agrária e na aplicação de uma não definida função social da propriedade; também relegava o Judiciário a uma posição secundária, atrelando-o a “mediações” e “diálogos”, especialmente no que se refere a conflitos de terras, nos quais as “invasões” se transformam em “ocupações pacíficas”. Também a Polícia, como o Judiciário, ficava sujeita a controles externos provenientes de “conselhos” (soviets) populares. Aliás, o PNDH-3 transuda controles das diversas atividades sociais por meio de tais soviets.

Tudo isso sem falar numa espécie de dogmatismo ecológico, carente de fundamento científico e prejudicial ao desenvolvimento social e econômico. Na mesma linha do Conselho Indigenista Missionário (CIMI), ligado à CNBB, o PNDH-3 parecia ter em vista desmembrar o Brasil, outorgando uma autonomia desproporcionada às populações indígenas, quase como se constituíssem nações independentes. A pretexto de consolidação da democracia, propunha programas e ações educativas de tipo socialista, inclusive com a produção de material didático-pedagógico sobre o regime de 1964-1985 e sobre a “resistência popular à repressão”.

Esses eram alguns dos ingredientes desse Programa, verdadeira anti-cruzada contra o Brasil real, inclusive contra os ensinamentos da Religião católica, professada pela maioria dos brasileiros e os princípios do cristianismo em geral.

Vozes se alçaram para alertar a respeito da grave ameaça que assim se levantava contra a sociedade brasileira no transcurso das festas natalinas. Entre os primeiros que se pronunciaram, estiveram o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, que elaborou um estudo bastante completo sobre o assunto e o divulgou largamente (1) e a revista Catolicismo (2).

Continua no próximo post.

Notas

(1) http://www.ipco.org.br/home/wp-content/uploads/2010/05/PNDH-3-artigo-atualizado.pdf

(2) “Catolicismo”, edições de fevereiro, março e junho/2010

Belo Monte: ambientalismo internacional volta-se contra o Brasil

27, agosto, 2012 3 comentários
Editorial da discórdia volta-se contra o Brasil
Editorial da discórdia volta-se contra o Brasil

Luis Dufaur

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Apesar de o projeto de Belo Monte ser exclusivamente brasileiro, por realizar-se integralmente em território nacional, ele está sendo internacionalizado pela militância ambientalista radical.

“Le Monde”, jornal porta-voz do socialismo e da esquerda católica francesa, publicou nesta semana um editorial que é revelador de uma ofensiva antibrasileira a propósito da barragem de Belo Monte. Jornais brasileiros concederam notável destaque à publicação, como por exemplo “O Estado de S.Paulo”.

No dia 16/08/2012, após reconhecer que o projeto ajudaria a tirar de seu estado atual uma das regiões mais pobres do País e oferecer emprego a dezenas de milhares de brasileiros, o jornal agita o espantalho da “proteção de tribos indígenas ameaçadas de serem expulsas de suas terras onde vivem desde tempos imemoriais e da bacia amazônica, que não somente é o pulmão ecológico da América do Sul, mas do planeta inteiro”.

O apelo à demagogia não é novidade no ambientalismo. A Amazônia não é o pulmão verde do planeta, segundo reconheceram não somente cientistas da maior autoridade, mas também militantes ecologistas radicais, como o falecido Jacques Cousteau. Leia mais…

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Neomissiologia e indigenismo neopagão

27, julho, 2012 7 comentários

Índios autênticos e falsos, internet, mega-organização, ONU e Rio+20 são ingredientes jogados num caldeirão para produzir a desestabilização do que ainda resta de civilização cristã no Brasil

Cid Alencastro

Padre Anchieta, quadro de Benedito Calixto

Padre Anchieta, quadro de Benedito Calixto

Primeira etapa. O Conselho Indigenista Missionário (CIMI), ligado à CNBB, em colaboração com a política indigenista do governo petista representada pela FUNAI, procuram convencer-nos de que os índios deveriam viver isolados da civilização, confinados em “reservas” destinadas a preservar suas “tradições”. É o conluio da neomissiologia com o indigenismo neopagão.

Segunda etapa. “Descobriram” que os índios precisavam de terras, muitas terras, e que cabia ao governo demarcar áreas indígenas, expulsando para isso legítimos proprietários, empregados, agregados e o que mais fosse.

Agora começa a esboçar-se a terceira etapa do plano: juntar os índios (autênticos ou fabricados, pouco importa) em organizações de caráter nacional ou internacional, para reivindicarem seus “direitos”. Esqueçam o arco, a flecha e o cocar. Isso é só para a fotografia. O instrumento atual é a internet. Leia mais…

Os amargos frutos da Teologia da Libertação: esvaziamento da Igreja Católica no Brasil

8, julho, 2012 29 comentários

Luis Solimeo

“Católicos passam de 93,1% para 64,6% da população em 50 anos − Entre 1960 e 2010, o Brasil viu a parcela de sua população que se declara católica cair de 93,1% para 64,6%”. [1]

“Em uma década, católicos perdem mais espaço para os evangélicos. − Entre 2000 e 2010, fatia de católicos cai 12% no total da população brasileira; parcela dos evangélicos cresce 43% e de pessoas sem religião sobe 10%”. [2]

Notícias alarmantes, que, entretanto, parece não terem alarmado os Srs. Bispos do Brasil, como veremos. Leia mais…

12 de abril de 2012: dia da extinção do direito à vida de bebês anencéfalos

12, maio, 2012 3 comentários

Um dia em que fazendo tábula rasa da Lei divina, da Lei natural e da lei positiva, o STF descriminalizou o aborto em casos de anencefalia.

Paulo Roberto Campos

Há um mês, no lutuoso dia 12 de abril ocorreu a sessão final no Supremo Tribunal Federal que julgou o recurso denominado “Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental” (ADPF nº 54/STF).

Supremo Tribunal Federal

Tal ação, iniciada em 2004, de autoria da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS), pedia a legalização do aborto de bebês portadores de anencefalia. Essa confederação — representada pelo advogado Luís Roberto Barroso — defendia
uma “interpretação conforme a Constituição da disciplina legal dada ao aborto pela legislação penal infraconstitucional, para explicitar que ela não se aplica aos casos de antecipação terapêutica do parto na hipótese de fetos portadores de anencefalia”.

Em português claro, a referida confederação defendia uma falsa solução para o problema de casos de anencefalia: não seria crime eliminar um bebê anencéfalo. Este, como se sabe, é gestado com má-formação cerebral, ou ausência parcial do encéfalo, e não total, como muitos equivocadamente supõem.

Oito ministros manifestaram-se favoravelmente à legalização desse tipo de aborto e dois emitiram julgamentos contrários à legalização. Assim, temos a desditosa decisão: “O Tribunal, por maioria e nos termos do voto do Relator, julgou procedente a ação para declarar a inconstitucionalidade da interpretação segundo a qual a interrupção da gravidez de feto anencéfalo é conduta tipificada nos artigos 124, 126, 128, incisos I e II, todos do Código Penal”.(1)

“STF deu à luz uma estranha criatura: o ‘morto jurídico’”.

Pode-se assim Leia mais…

O fracasso da Reforma Agrária fica evidente

26, abril, 2012 2 comentários

Gregorio Vivanco Lopes

No final da década de 1950 e início da seguinte o grande programa das esquerdas era realizar a Reforma Agrária, tida como passo necessário para implantação da sociedade socialo-comunista.

Evitando desvendar essa sua finalidade última, com receio da rejeição maciça da opinião pública, as esquerdas apresentavam como pretexto para suas pretensões agro-reformistas o bem dos pobres. Dividindo os grandes latifúndios em propriedades pequenas – assentamentos – seriam beneficiados inúmeros agricultores que, coitados, não tinham um pedaço de terra para plantar.

A falácia dessa argumentação foi denunciada na ocasião por Plinio Corrêa de Oliveira em numerosos livros, manifestos, artigos, campanhas, entrevistas. E isto de tal modo, que a Reforma Agrária perdeu seu feitiço inicial e acabou por ser vista como aquilo que de fato ela é, e sempre foi: uma imposição do Estado de tendência socialista. Além de ser propulsionada por uma esquerda de origem eclesiástica, a chamada “esquerda católica”, representada pela Pastoral da Terra, ligada à CNBB, e coadjuvada por movimentos ditos “sociais”, como o MST e congêneres. Leia mais…