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Reaja agora contra a “lei da homofobia”, o PLC 122, que pode ser votado nesta semana

5, dezembro, 2011 151 comentários

Daniel F. S. Martins

Acabo de conferir no site do Senado o novo texto do PLC 122, a chamada “lei de homofobia”, que pode ser colocada em votação ainda esta semana, mais provavelmente na quinta-feira, dia 8/12.

Reaja agora mesmo! Clique aqui e envie sua carta de protesto aos Senadores contra a Lei da Homofobia.

Pressionados pela sadia reação da opinião pública, os ativistas da causa homossexual, notadamente a Senadora Marta Suplicy, viram-se obrigados a dar um passo atrás. Mas cuidado: a onça faz o mesmo para despistar a vítima e mais facilmente abocanhá-la. O mesmo foi feito com projetos semelhantes, como por exemplo o PNDH-3. E o pior veneno sempre foi mantido.

Qual foi o recuo? Diz o novo texto:

Art. 3º O disposto nesta Lei não se aplica à manifestação
pacífica de pensamento decorrente da fé e da moral fundada na liberdade
de consciência, de crença e de religião de que trata o inciso VI do art. 5º da
Constituição Federal.

Em primeiro lugar, tal recuo foi uma vitória para os que reagiram. Em segundo lugar, uma armadilha para os incautos, que dirão “Enfim, o pior já se foi, quanto ao resto podemos ceder”.

Calma, Sr. incauto! Veja o que vem logo depois:

Art. 4º Deixar de contratar ou nomear alguém ou dificultar sua
contratação ou nomeação, quando atendidas as qualificações exigidas para
o posto de trabalho, motivado por preconceito de sexo, orientação sexual
ou identidade de gênero:
Pena – reclusão, de um a três anos.

Isto é, se uma mãe quiser contratar uma babá, e aparecer uma candidata lésbica, a mãe não pode sequer dificultar sua contratação pelo fato da candidata ser lésbica, sob pena de ficar até três anos atrás das grades. Ora essa! Então a mãe não pode cumprir seu dever de resguardar a moral de seus filhos? Não, Senadora, a Sra. não nos convence!

Se o diretor de uma escola católica impedir a contratação de um homossexual declarado e militante, 3 anos de cadeia! Então não pode mais haver colégios de acordo com a lei de Deus? E o que será do reitor do seminário que não aceitar um candidato homossexual? O que será da paróquia que impedir a contratação de um funcionário assim? Não, Senadora, a Sra. não nos convence!

Veja o texto que acaba de ser colocado no site do Senado

Faça agora seu protesto aos Senadores, contra essa malfadada lei de perseguição religiosa, clicando aqui.

A “lei de perseguição religiosa” poderá ser votada nesta semana – Faça aqui seu protesto

30, novembro, 2011 25 comentários

Alberto Távora

Como o leitor certamente se lembrará, o projeto de lei 122, mais conhecido como “lei da homofobia”, pretende pôr na cadeia todos os que, ainda que pacificamente, se opuserem à prática homossexual. Esse é o projeto que pode ser votado nesta semana.

Os defensores da causa homossexual, procurando explorar o sentimento de compaixão da opinião pública, colocaram o nome da lei de “Alexandre Ivo”, segundo eles um adolescente morto por causa de sua pretensa “opção sexual”. Como se os defensores da família fossem responsáveis por mortes semelhantes… Quanto a nós, preferimos chamar o PLC 122 de “Lei de Perseguição Religiosa”, nome que mostra a intenção por detrás do PLC 122.

O projeto está com a relatora, Sen. Marta Suplicy (PT-SP). Aliás, ela se ausentou da audiência pública (por quê?) realizada na Comissão de Direitos Humanos do Senado, durante a qual alguns senadores, como Paulo Paim (PT-RS), defenderam a votação já nesta semana, talvez na próxima quinta-feira, dia 8 de dezembro.

Fiquemos alerta. E para os que ainda não enviaram o protesto aos Senadores pedindo que não aprovem o PLC 122, façam agora, clicando aqui.

Mentira orquestrada para impedir a defesa da família?

15, outubro, 2011 14 comentários

Jovens voluntários do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira fazem campanha em defesa da família por todo o Brasil. A quem interessa desprestigiar o Instituto?

Daniel F.S. Martins

O site Correio do Brasil publicou matéria (13/10) intitulada Neonazistas brasileiros saem da toca?, no qual tenta colocar no mesmo ‘bolo’ grupos violentos de skinheads e entidades beneméritas em defesa da família.

Fazendo eco à calúnia iniciada pelo site IG (saiba mais), o articulista Eduardo Sales de Lima procura confundir o leitor. Após relatar o assassinato de um punk, perpetrado por grupos skinhead, o artigo injeta o veneno, dizendo que tais grupos violentos ‘de extrema direita’ inspiram-se em entidades que defendem a família e a cristandade.

Diz, por exemplo, “alguns [desses] jovens assistem a seminários promovidos pelo Instituto Plínio Correia de Oliveira (criador da TFP – Tradição, Família e Propriedade) e gostam dos escritos do jornalista Olavo de Carvalho.”

Como já dissemos em resposta ao IG, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira é uma entidade civil de inspiração católica e de orientação inteiramente pacífica e ordeira. Não há no artigo do Correio do Brasil – nem em qualquer outro lugar – nenhuma prova de qualquer incitamento à violência feito por nossa entidade. Mas há a insinuação maliciosa e intencional, isto é, calúnia.

O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira alegra-se de estar entre as associações que mais se destacam em defesa da família, do futuro moral de nossos filhos, da livre iniciativa e da propriedade particular.

Colocar a pecha de “neonazista” em entidade que tantos esforços está despendendo para defender princípios sagrados e fundamentais só pode favorecer os que querem destruir o edifício moral do Brasil.

Estaremos diante do começo de uma manobra publicitária para desmerecer e desprestigiar os inúmeros grupos que estão nascendo e se desenvolvendo com o objetivo de defender o Brasil e a civilização cristã?

P.S.: Faço notar dois pontos:
1 – Curiosamente, tanto o site IG quanto Correio do Brasil escreveram da mesma maneira errada o nome deste Instituto. Será que não poderiam ter pesquisado melhor? E por que as duas erraram exatamente da mesma maneira?
2 – Alguns parágrafos do artigo do Correio do Brasil são claramente cópias maquiadas do artigo do IG. Repito: será o início de uma orquestração? Quem estará por detrás dela? Esperemos para ver. Já tenho minhas hipóteses…

PERIGO – Novo golpe contra a família: “Estatuto da Diversidade Sexual”

24, agosto, 2011 19 comentários

Alberto Távora

De acordo com notícia do Jornal do Brasil de 24/8/11, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) formulou o projeto “Estatudo da Diversidade Sexual”, que reune em si todos os projetos de lei relativos à agenda homossexual.

Não contentes em instrumentalizar o judiciário para fazer andar suas pérfidas intenções, o movimento homossexual está envidando todos os esforços para empurrar “goela abaixo” a prática homossexual em nossa Pátria, obrigando a população a considerá-la normal e aceitável.

Como a “lei da homofobia” (PLC 122) está até agora engavetada por pressões da população brasileira, majoritariamente contrária ao homossexualismo, setores da OAB, encabeçados pela Dra. Maria Berenice Dias, tentam um novo golpe com o mencionado estatuto.

Maria Berenice Dias, da OAB, encabeça setores da OAB que pretendem levar adiante a revolução homossexual.

Conseguirão? A meu ver, depende sobretudo de um fator: a reação dos católicos. Somos grande maioria no Brasil. Se todos nos levantarmos e fizermos tudo o que estiver a nosso alcance, nem esse malfadado estatuto nem outros projetos prevalecerão. Rezemos, pois, para que os bispos e padres – que até agora, em sua maioria, têm demonstrado estranho silêncio e por vezes conivência – saiam de seu letargo e denunciem a manobra da revolução homossexual, conclamando os católicos para uma verdadeira Cruzada em defesa da família.

Clique aqui e se inscreva para receber atualizações e participar de nossas campanhas em defesa da família

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Marta Suplicy adiou a votação do PLC 122/2006 para ouvir o lado contrário?

25, maio, 2011 322 comentários

Edson Carlos de Oliveira

Resposta: não. A afirmação de que Marta Suplicy havia tirado o PLC 122/2006 da pauta da Comissão de Direitos Humanos do Senado por estar “disposta a ouvir e prosseguir o debate”(1) não é verdadeira.

O real motivo se encontra na nota de esclarecimento divulgada no site da senadora (o negrito é nosso): Leia mais…

Supremo absurdo – Contrariando o texto da Constituição, STF reconhece “união estável” entre pessoas do mesmo sexo

12, maio, 2011 26 comentários

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Presidente do Pró-Vida de Anápolis-GO

A Constituição Federal de 1988 reconheceu como entidade familiar a “união estável” entre o homem e a mulher:

Art. 226, § 3º. Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.

Conforme reconhece o ministro Ricardo Lewandowski, “nas discussões travadas na Assembleia Constituinte a questão do gênero na união estável foi amplamente debatida, quando se votou o dispositivo em tela, concluindo-se, de modo insofismável, que a união estável abrange, única e exclusivamente, pessoas de sexo distinto”[1]. Logo, sem violar a Constituição, jamais uma lei poderia reconhecer a “união estável” entre dois homens ou entre duas mulheres. De fato, o Código Civil, repetindo quase literalmente o texto constitucional, reconhece a “união estável” somente entre o homem e a mulher:

Art. 1.723. É reconhecida como entidade familiar a união estável entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família.

A não ser que se reformasse a Constituição, os militantes homossexualistas jamais poderiam pretender o reconhecimento da união estável entre dois homossexuais ou entre duas lésbicas. Isso é o que diz a lógica e o bom senso. Leia mais…

“Casamento” Homossexual constitui família?

2, maio, 2011 69 comentários

O pedido do Ministério Público de estender a definição de "entidade familiar" a "uniões homossexuais", além de inconstitucional, é completamente contrário à Lei de Deus e à Lei Natural.

Daniel F. S. Martins

Na próxima quarta-feira, dia 4 de maio, o Supremo Tribunal Federal deverá decidir sobre uma questão que poderá afetar o futuro de nossos filhos e a instituição da família.

Trata-se de julgar um pedido do Ministério Público, que pleiteia a condição jurídica de “entidade familiar” para os “casais” homossexuais, equiparando o “casamento” homossexual ao casamento tradicional estabelecido por Deus.

Ora, a prática homossexual é condenada pela Lei de Deus, pois desvirtua o ato sexual, ordenado à proliferação da prole, sendo realizado nas condições próprias somente no casamento monogâmico e indissolúvel. Equiparar o casamento de um homem e uma mulher a qualquer tipo de “união homossexual” é minar a própria definição de família.

Rezemos para que os Ministros da corte suprema levem em conta esses princípios tão caros à grande maioria da população. E que considerem que, além de contrário aos Mandamentos e à própria Lei Natural, esse pedido do Ministério Público é inconstitucional.

Os pais precisam se unir para proteger o futuro moral de seus filhos – veja mais um caso de escola que aceita apologia da promiscuidade sexual

30, abril, 2011 54 comentários

Este livro está promovendo a degradação moral dos alunos do Colégio Portinari. E o leitor, conhece algum outro caso semelhante? Clique na imagem e denuncie, para que possamos dar a conhecer a todos os pais preocupados com o futuro moral de seus filhos.

Daniel F. S. Martins

Não fui discutir na escola para não constranger minha filha perante os colegas e os
professores. Mas no texto a seguir mostro o que penso a respeito do livro escolhido para as crianças da 7° série que, em sua maioria, ainda têm 12 anos de idade.

Foi assim que me escreveu um pai, indignado pelo que estão fazendo com sua filha e demais alunos no Colégio Portinari.
No texto que me enviou, explica alguns detalhes do livro “Depois daquela viagem”(de Valéria Piassa Polizzi, Ed. Ática), que supostamente serve de subsídio para aulas de “educação” sexual.

O livro faz apologia do palavrão, da promiscuidade sexual mais debandada, do vício solitário e do linguajar de baixíssimo calão.
Se isso já não bastasse, é de molde a tirar a fé dos alunos que a tenham. Peço licença para reproduzir o trecho abaixo:

- Você acredita em Deus? – era o Lucas me fazendo uma pergunta.
- Às vezes – respondi.
Ele fez uma cara de reprovação. Era uma daquelas pessoas que têm uma fé inabalável. Muitas vezes eu o invejava nisso. Continuei, irônica:
- Acho que Ele é um gordo, Leia mais…

Congresso em Roma analisa cientificamente o Concílio Vaticano II

31, março, 2011 8 comentários

Na antevéspera do cinqüentenário de sua abertura, uma oportuna reavaliação do Concílio Vaticano II


Padres conciliares entrando na Basílica de São Pedro no dia da abertura do Concílio Vaticano II

José Antonio Ureta

Na História da Igreja Católica, houve 21 concílios ecumênicos, ou seja, reuniões gerais de todos os bispos sob a direção do Papa ou de um representante seu.

Diferentemente dos concílios anteriores, o Concílio Vaticano II (1962-1965) coloca para os analistas (teólogos, historiadores, etc.) um problema novo. É que todos os concílios anteriores exerceram, com e sob o Papa, um Magistério solene, definindo verdades de fé e moral e tomando medidas de caráter disciplinar, enquanto juízes e legisladores supremos. O Concílio Vaticano II, contudo, não deliberou nem propôs, de modo solene e definitivo, nenhuma verdade de fé ou moral. Isso favoreceu a discussão sobre a natureza magisterial de seus documentos, o modo como eles foram postos em prática no pós-Concílio, e a relação entre o Concílio e o pós-Concílio.

Visão parcial da assistência do Congresso

Tal discussão está no cerne do atual debate sobre a verdadeira interpretação (“hermenêutica”, na linguagem especializada) do Vaticano II.

O Papa Bento XVI pavimentou o caminho para esse debate de alto nível ao afirmar, no Natal de 2005, a necessidade de uma “hermenêutica da continuidade” dos documentos conciliares. O que equivalia a admitir, implicitamente, que no texto deles há passagens menos claras ou quiçá ambíguas, que devem ser interpretadas conforme à Tradição bimilenar do Magistério da Igreja.

Até há pouco prevalecia, em numerosos meios eclesiásticos, a tendência a hipervalorizar o aggiornamento conciliar, promovendo a idéia de que o Vaticano II foi um novo começo que fazia tábula rasa do passado da Igreja e exigia ainda mais novidades. Erigido em “superdogma”, o Concílio passava a ser um evento intocável e aquele que exprimisse a menor reserva a respeito do seu alcance corria o risco de ser considerado “reacionário”, rebelde às orientações da Hierarquia.

De um tempo a esta parte, o descrédito das correntes progressistas promotoras dessa “ruptura” com o passado — no estilo da Teologia da Libertação que grassou na América Latina — favoreceu a emergência de um juízo mais sereno e objetivo a respeito do Concílio Vaticano II. Esse progresso da objetividade foi patenteado, entre 16 e 18 de dezembro p.p., no significativo Congresso de estudos sobre a Magna assembléia “para uma justa hermenêutica à luz da Tradição da Igreja”, organizado, Leia mais…

Enquete: Qual tema a CNBB deveria ter escolhido para a Campanha da Fraternidade?

21, março, 2011 24 comentários

No dia 9 de março a CNBB lançou a Campanha da Fraternidade 2011, cujo tema é “Fraternidade e a Vida do Planeta” que vem causando consternação entre os católicos. Sobretudo se considerarmos os graves problemas morais que o Brasil enfrenta com a destruição da família e a investida da Revolução Cultural – aborto, “casamento” homossexual, legalização da prostituição, etc.

Em vista disso, queríamos ver a opinião do leitor. Que tema deveria ser de maior preocupação para os documentos e campanhas da CNBB? Deveria ser o atual? Deveria ser outro? Responda a enquete abaixo: