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Arquivo da Categoria ‘Plinio Corrêa de Oliveira’

A missão do Brasil na pena de Plinio Corrêa de Oliveira

30, setembro, 2010 3 comentários

Atilio Faoro

O Brasil teve, como primeiro grande ato público, uma Santa Missa, celebrada no dia 26 de abril de 1500. Este momento único de nossa história foi retratado no famoso quadro “A Primeira Missa”, de Victor Meireles.

Na encruzilhada histórica em que o Brasil se encontra, nada mais oportuno do que lembrar o pensamento de Plinio Corrêa de Oliveira sobre a missão do Brasil como nação cristã.

De um artigo publicado no “Legionário” (7-10-1945), que na época tinha este líder católico como diretor, extraí algumas de suas idéias sobre o tema, aproveitando as festas mariais de outubro, mês das missões.

Os subtítulos não constam do original e o texto, em algumas passagens, foi resumido.

* * *

Os desbravadores portugueses tinham alma de cruzados

Na época de laicismo em que vivemos, a missão histórica de Portugal costuma ser considerada de um ponto de vista inteiramente agnóstico.

O ciclo das navegações é apreciado, pela maior parte dos compêndios, apenas em seus resultados econômicos e políticos. De nada ou quase nada tem valido, que historiadores de maior quilate hajam demonstrado coisa diversa. Leia mais…

Liberdade religiosa – II

22, setembro, 2010 6 comentários

Eis a segunda e última parte do artigo “A ciência e o indiferentismo religioso” (“O Legionário” n.º 61, 13 de julho de 1930), do Professor Plinio Corrêa de Oliveira.

I – O Estado indiferente é impossível de realizar na prática

Aliás, entendo que o Estado indiferente só existe em tese. Na prática, é absolutamente impossível realizá-lo.
Quando o Estado oficialmente agnóstico ou indiferente é governado por protestantes, será protestante, e quando governado por católicos, será católico.

De fato, a pessoa do crente não pode ser separada da pessoa do homem de Estado. Quem tem uma determinada crença, aceita para com esta deveres superiores a outros quaisquer, e não deixará sua Fé para governar contra os princípios os mais caros a seu coração.

Assim, por exemplo, o governador católico será sempre favorável a todas as leis justas, tendentes a defender o país contra o comunismo. Não reatará, em hipótese alguma, relações comerciais com os soviets. Manterá, em qualquer hipótese, uma embaixada junto ao Vaticano. Será sempre contrário ao divórcio a vínculo. Facilitará tudo à Igreja. Agirá, enfim, como crente. Leia mais…

Liberdade religiosa – I

21, setembro, 2010 8 comentários

Nilo Fujimoto

Manifestastes na praia de Copacabana. Foto: Marco António Cavalcanti - O Globo

Ao exemplo do que ocorre com milhões de internautas, procuro manter-me informado através da Internet do que acontece no País e no mundo. Muitas vezes, contudo, matérias que lemos suscitam reflexões e levantam dúvidas sobre como analisá-las.

Foi o que aconteceu com a seguinte notícia, divulgada pela UOL: “Cinco mil pessoas fazem caminhada no Rio para defender liberdade religiosa”.

Como entendê-la? Pesquisando, encontrei um esclarecedor artigo do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, que dividi em duas partes e ofereço à consideração do leitor. Mas lhe recomendo ler antes a notícia da UOL.

O que me levou a pensar sobre a questão da liberdade religiosa foi o seguinte trecho: “Praticantes de Wicca (religião neopagã influenciada por crenças pré-cristãs) também denunciam a intolerância, durante a manifestação.

De acordo com a veterinária Shirley Ribeiro, de 32 anos, o preconceito contra as bruxas ainda é flagrante. ‘Não podemos dizer que somos bruxas. Muitas pessoas, especialmente os cristãos, olham para a gente achando que fazemos coisas ruins’, afirmou.” Leia mais…

Historiadores otimistas e superficiais

21, setembro, 2010 4 comentários

Nilo Fujimoto

Navegando pelo portal do IG, encontro uma matéria de Tatiana Klix (IG – São Paulo, 19/09/2010) com a seguinte informação: “Porto Alegre é a única cidade brasileira com uma lei que torna obrigatório o ensino do Holocausto1 (…). O tema será abordado na disciplina de história, segundo o texto aprovado por unanimidade nesta semana pela Câmara de Vereadores da capital…”.

Pensei: de fato é necessário lembrar as atrocidades cometidas na História. Especial destaque também merece as provocadas pelo comunismo, cujo saldo foi mais de 100 milhões de mortos. E, na velocidade de um flash, veio-me então à lembrança um manifesto da TFP: Comunismo e anticomunismo na orla da última década deste milênio. A TFP apresenta uma análise da situação – no mundo – no Brasil2.

De autoria do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, Presidente do Conselho Nacional da TFP, o manifesto analisa o Descontentamento que desagregava então o mundo soviético. Descontentamento com “D” maiúsculo, e não outro qualquer, pois “é um Descontentamento para o qual convergem todos os descontentamentos regionais e nacionais, os econômicos e os culturais, por muitas e muitas décadas acumulados”, gerando “o maior brado de indignação da História”.

Segue um trecho do manifesto:

“II – Interpelação aos responsáveis diretos por desgraça tão imensa: os supremos dirigentes da Rússia soviética e das nações cativas”

“Esse brado se dirigirá, antes de tudo, contra os responsáveis diretos por tanta dor acumulada ao longo de tanto tempo, em tão imensas vastidões, sobre uma tão impressionante massa de vítimas.” Leia mais…

Reforma Agrária – Questão de Consciênca …(IV)

17, setembro, 2010 4 comentários

Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança

… nas páginas da História (IV)

E o público em geral começou a ver que D. Helder Câmara não era o porta-voz indiscutido da Igreja, nem levava atrás de si a massa dos católicos.

À medida que se difundia Reforma Agrária – Questão de Consciência, ar puro penetrava na atmos fera confinada que asfixiava as classes produtoras.

Nas mãos dos fazendeiros, o livro passou a servir de inesgo tável fonte de argumentos para a refutação de elementos esquerdistas do Clero, do laicato e da intelligentsia, tanto das capitais quanto do interior, sempre fortemente apoiados por boa parte da imprensa.

Agricultores e pecuaristas readquiriam assim a compreensão e a simpatia que haviam perdido junto a uma parcela ponderável da opinião nacional.

E o público em geral começou a ver que D. Helder Câmara não era o porta-voz indiscutido da Igreja, nem levava atrás de si a massa dos católicos.

O que determinava também sensível desafogo e o saudável propósito de permanecer em suas posições religiosas e sócio-eco nômicas tradicionais.

Esses efeitos conjugados representavam um sério obstáculo ao comunismo. Pois, atingido o “esquerdismo católico” – centro nervoso da propaganda em favor da reforma agrária –, achava-se comprometida a própria marcha do Brasil rumo à esquerda. Leia mais…

Está certo uma universidade católica apoiar o aborto? Participe do protesto!

16, setembro, 2010 15 comentários

Nota deste site:

A campanha de abaixo-assinado que estava sendo promovida pelo site “Nascer é um Direito”, a propósito do lançamento de um livro pró-aborto na APROPUC, foi encerrada com 2.900 assinaturas, como se pode ver acessando aquele site: www.nascereumdireito.org.br.

Para mais informações: nascereumdireito@fundadores.org.br

Reforma Agrária – Questão de Consciência …(III)

16, setembro, 2010 2 comentários

Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança

… nas páginas da História (III)

À época, uma solerte e perigosa guerra psicológica solapava os princípios do direito de propriedade.

A pressão psicológica exercida pela imprensa, por certa intelectualidade e certos corifeus da esquerda católica criava um clima de hostilidade contra os proprietários rurais.

Eles próprios começavam a sentir escrúpulos de consciência por possuírem terras herdadas de seus maiores, ou legitimamente adquiridas pelo trabalho, e ensaiavam preci pitar-se pela rampa resvaladia das concessões.

“Ceder para não perder” era o lema imaginado para tentar contornar a situação.

Dado o rumo que tomavam os acontecimentos, podia-se prever que imensas convulsões – as quais fariam obviamente o jogo do comunismo –sacudiriam o Brasil no momento da aplicação efetiva de uma reforma agrária confiscatória.

Nessa emergência, o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira concebeu a idéia de que só uma obra de envergadura que tratasse a um tempo dos aspectos doutrinários e técnicos do problema agrário, poderia elucidar os meios católicos e os ambientes rurais, cortando o passo à agitação que crescia ameaçado ramente. Leia mais…

Reforma Agrária – Questão de Consciência…(II)

15, setembro, 2010 Sem comentários

Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança  

… nas páginas da História  

Graças a essa denúncia profética do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira a propriedade privada ainda persiste no Brasil.

 

Tramitava naquela Casa um projeto de lei, enca minhado no dia 30 de março de 1960 pelo Governo Carvalho Pinto, e que se apresentava como “passo pioneiro” de uma reforma agrária “moderada”.  

Tal projeto, conhecido com o nome de Revisão Agrária, chamou vivamente a atenção do País inteiro. Diversos setores da esquerda o aplaudiam nesse “passo pioneiro”, na verdade o início de uma caminhada rápida à derrocada da estrutura rural vigente.  

Muitos centris tas o tomavam como uma concessão que adormeceria o ímpeto agro-reformista, pela aplicação da tática entreguista do “ceder para não perder“.  

O fato é que, a partir da apresentação do projeto, tudo em matéria de propaganda agro-reformista começou a andar com mais força e de forma acelerada no Brasil.  

A bem dizer, foi esse projeto que atraiu a atenção da opinião pública para o problema da reforma agrária, o qual crepitava, algum tanto despercebido do grande público, no Legislativo federal. E dessa forma o assunto alcançou redobrada atualidade.  

Ora, Reforma Agrária – Questão de Consciência desenvolvia em algumas de suas partes vigorosa argumentação contra tal projeto. Leia mais…

Reforma Agrária – Questão de Consciência…(I)

14, setembro, 2010 3 comentários

Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança 

… nas páginas da História 

  

Clique na foto para conhecer está denúncia profética sobre a Reforma Agrária.

 

Nenhum outro livro causou tanta repercussão e influenciou tanto o debate ideológico e político brasileiro no século XX quanto o livro Reforma Agrária – Questão de Consciência. 

No dia 10 de novembro de 1960, grande anúncio estampado na primeira página dos maiores jornais do País anunciava o lançamento de Reforma Agrária – Questão de Consciência pela Editora Vera Cruz. 

Outro anúncio fora difundido na TV de São Paulo. Precedera tal lance um denso artigo do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira na revista “Catolicis­mo”. 

A candência do tema contribuiu certamente para a sua célere difusão por todo o País. A 1ª edição, de 5 mil exemplares, esgotou-se em 20 dias. Seguiram-lhe três outras edições, perfazendo 30 mil exemplares. 

Feito um levantamento, “O Globo”, de 30 de junho de 1961, constatou: Reforma Agrária – Questão de Consciência está entre os livros mais vendidos do Brasil. Tornou-se um best-seller nacional. 

O fato surpreendeu. Pois não era habitual que um livro todo doutrinário e técnico como Refor ma Agrária – Questão de Consciência tivesse mais do que uma edição de 2 mil exemplares. Leia mais…

Força Tarefa “Eleições Ficha Limpa de PNDH-3”

14, setembro, 2010 72 comentários

“Se você não fizer nada agora, não adiantará chorar sobre o resultado das urnas. E prepare-se para assistir nos próximos 4 anos uma transformação radical do País”,

declarou Mario Navaro da Costa, Diretor de Campanhas do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, ao lançar a “Força Tarefa Eleições Ficha Limpa de PNDH-3”.

Em e-mail circular a todos os simpatizantes do Instituto e participantes da campanha contra o PNDH-3, Navarro alerta para o grave momento em que nos encontramos.

“Se a maioria desse novo Congresso (Câmara e Senado) for composta por políticos péssimos, favoráveis às idéias monstruosas do PNDH-3, a luta será dura e perigosa nos próximos 4 anos.

Poderemos ter – entre outras barbaridades – a aprovação do ABORTO e o Brasil ser legalmente transformado num campo de concentração de bebês indefesos, assassinados pelas próprias mães. Ou então teremos uma verdadeira PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA contra todos aqueles que discordam de projetos que agridam a família tradicional, constituída apenas pelo casamento de um homem e uma mulher, e que serão acusados de homofobia.

As prostitutas – chamadas de “profissionais do sexo” pelo PNDH-3 – serão equiparadas às mães de família que lutam e trabalham honestamente para suprir as necessidades dos seus. A propriedade privada também não terá garantias. E o Brasil, que hoje se destaca no mundo inteiro pelo progresso do agro-negócio, poderá ficar à mercê dos invasores de terra do MST”, conclui o Diretor de Campanhas do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira. Leia mais…