Cruzada pela Família: acabou o sossego em Vitória?
Para os adversários da família sim, o sossego acabou. Por quê? Veja o vídeo abaixo.
Para os adversários da família sim, o sossego acabou. Por quê? Veja o vídeo abaixo.
Vídeo da campanha Cruzada pela Família na cidade de Campos dos Goytacazes (RJ).
Assista ao vídeo das campanhas em Uberlândia (MG) e Patos de Minas (MG) desenvolvida pela caravana “Cruzada pela Família”.
Cruzada pela Família – direto de Goiânia
Mais uma conquista nesta Cruzada em defesa da família, contra o aborto e a ditadura homossexual: Goiânia, Anápolis, Nerópolis e cercanias ficaram consoladas de ver mais de 30 jovens proclamando com altaneria que o aborto e a ditadura homossexual são inteiramente inaceitáveis, de todos os pontos de vista.
Durante toda esta Caravana, temos constatado que a maioria esmagadora da população rejeita a agenda do movimento homossexual e o aborto. Muitos, entretanto, têm receio de se pronunciar, com medo de possíveis processos ou represálias nos locais onde vivem e trabalham.
A Cruzada pela Família lhes dá a fórmula verdadeira: ser firme nos princípios, e proclamá-los bem alto, de forma ordeira e pacífica. Essa é a fórmula que o lobby homossexual e abortista mais teme, pois gostariam que todos seus opositores agissem de maneira bruta e deselegante, para assim ficarem como vítimas diante da população.
Veja mais um vídeo que mostra como os jovens têm entrado em contato direto com a população.
Para participar desta Cruzada, sem precisar sair de casa, o leitor pode:
1 – Rezar por nós
3 – Adquirir as obras divulgadas pelos caravanistas, contra o aborto e a ditadura homossexual
A caravana Cruzada Pela Família realizou uma campanha no centro de Anápolis (GO), no dia 9 de janeiro de 2012, difundindo os livros “Catecismo Contra o Aborto” e “Homem e Mulher Deus os criou”, ambos de autoria do Pe. David Fracisquini.
A Caravana não pode parar.
Ajude-nos nesta Cruzada pela Família contra o aborto e a ditadura homossexual.
Faça aqui uma doação e ajude-nos com os custos da viagem destes destemidos jovens que dedicam suas férias nesta importante missão em defesa da família brasileira.
Cruzada pela Família – direto de Brasília
Veja, no vídeo abaixo, o início da caravana Cruzada pela Família, que está percorrendo o território nacional para mobilizar todos os que defendem a família e o futuro moral de nosso filhos. No contato direto com a população, os caravanistas estão provando mais uma vez como a opinião pública desaprova maciçamente a agenda do movimento homossexual e o aborto. O movimento abortista e homossexual só sobrevivem porque têm atrás de si vários setores do governo e, sobretudo, a grande mídia e a omissão inexplicável de certos religiosos.
A Caravana não pode parar.
Nos ajude nesa Cruzada pela Família contra o aborto e a ditadura homossexual.
Faça aqui uma doação e ajude-nos com os custos da viagem destes destemidos jovens que dedicam suas férias nesta importante missão em defesa da família brasileira.

A sanha dos ativistas revolucionários não diminuiu a marcha no final do ano passado. A instituição familiar foi gravemente ameaçada quando, no Senado, mais uma vez se tentou aprovar o malfadado PLC 122 e notícias chegaram que a reforma do Código Penal ameaça alterar a legislação sobre o aborto para ampliar o leque de situações em essa prática criminosa não é penalizada.
Diante dessas ameaças, no dia 4 de janeiro p.p., iniciou-se mais uma caravana constituída de 36 jovens voluntários do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira para defender a família e a civilização cristã.
Divulgando dois livros do Pe. David Francisquini, “Catecismo contra o aborto” e “Homem e mulher, Deus os criou” [contra a ideologia e a prática homossexual], a caravana já percorreu a Capital Federal e mais 5 cidades satélites (Taguatinga, Ceilândia, Candangolândia, Guará e Recanto das Emas) e o resultado tem sido excelente. Em apenas dois dias, foram mais de 680 obras divulgadas. Leia mais…
Edson Carlos de Oliveira
Segundo informa o Painel da Folha de São Paulo (26/12/2011), o anteprojeto de reforma do Código Penal pretende uma “abertura na legislação sobre o aborto, para ampliar o leque de situações em que a interrupção da gravidez é permitida”.
“Não teremos nenhum tabu. Vamos enfrentar todos os temas”, afirma o ministro do STJ, Gilson Dipp, presidente da comissão de juristas criada pelo senado para redigir o anteprojeto.
Atualmente, o artigo 128 do Código Penal considera como crime toda forma de aborto consentido, mas suspende a pena quando a gravidez é resultante de estupro, ou quando configura risco de vida para a mãe.
Já essa suspensão do cumprimento da pena é algo moralmente inaceitável. Acrescente-se que a mídia se aproveita disso para alimentar na sociedade a ideia de que é “aceitável” a prática de um crime contra o nascituro nessas condições. E os ativistas pró-aborto interpretam tendenciosamente essa concessão jurídica não como uma “não punição”, mas como um “direito” à prática daquilo que eles chamam de “aborto legal”.
Descriminalizar o aborto em alguns casos ou aumentar as hipóteses em que a pena do aborto não é aplicada favorecerá ainda mais o assassinato de inocentes.
Alberto Távora
Certo dia uma senhora – chamemos assim – , após saber minha posição completamente contrária ao “casamento” homossexual, e a consequente adoção de crianças pelos pretensos “casais”, lançou contra mim um argumento que achava irrefutável:
“Mas qual o problema? Há tantas crianças soltas por aí… é melhor que sejam adotadas por casais homossexuais!”
Respondi que o argumento não procedia, pois há uma fila imensa de casais bem constituídos (um homem e uma mulher, unidos em legítimo matrimônio), que desejam adotar e não conseguem por causa da burocracia estatal. Acrescentei que, se fosse com as crianças que o Estado estivesse preocupado, deveria, ao invés de fazer leis para proteger o homossexualismo, facilitar a adoção por casais normais… Leia mais…
Benno Hofschulte
Segundo ACI/Europa Press, 80% das mulheres que se submeteram a um aborto sofrem de sintomas depressivos, enquanto que 40% pensou em suicidar-se. Estes são os resultados apresentados numa primeira nota técnica de um grupo de trabalho que se dispôs a estudar os aspectos médicos do aborto. Esse grupo estava integrado no Comitê de Especialistas do movimento espanhol “Derecho a Vivir” (DAV).
O resultado da pesquisa, realizada pela psiquiatra da Universidad de Navarra (UNAV) Carmen Gómez-Lavín, revela outros sintomas relativamente frequentes entre mulheres com Síndrome Post-Aborto como transtornos da sexualidade (40%), abuso de drogas, particularmente entre adolescentes (30%), alterações de conduta (60%) ou irritabilidade (70%). Leia mais…