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Textos com Etiquetas ‘Agronegócio’

Agropecuária brasileira: modelo de eficácia apesar de fatores adversos

13, agosto, 2011 2 comentários

Exemplo de reflorestamento, superávit atual de 63 bilhões de dólares, recordes mundiais em rebanho bovino e exportação de carne

Hélio Brambilla

Enquanto a agropecuária vencia obstáculos de toda ordem, provia à mesa dos brasileiros e atingia 63 bilhões de dólares de superávit na balança comercial em 2010, a metalurgia para a fabricação de veículos amargava seis bilhões de dólares de déficit. Outros setores, como o eletro-eletrônico e o farmacêutico, também vêm registrando déficits colossais.

Embora os preços tenham sido favoráveis aos produtores da agropecuária, é oportuno recordar a declaração clarividente de Dr. Nelson Paludo, presidente do Sindicato Rural de Toledo (PR): “Não façamos ilusões, a boa safra e os bons preços ajudaram a pagar apenas os prejuízos acumulados durante anos!”. Leia mais…

Agronegócio continua salvando as contas brasileiras

14, maio, 2011 1 comentário

Luis Dufaur

Soja em Sorriso - MT

Apesar da crise no mundo árabe e da catástrofe japonesa, a balança comercial do agronegócio continua sustentando o Brasil num ritmo acelerado. O país vende mais e recebendo bem mais por conta das agroexportações.

Considerados dez dos principais produtos da pauta de exportações do setor, as receitas brasileiras de janeiro a março somam US$ 11 bilhões, 34% a mais do que em igual período de 2010.

Não só as receitas, mas também o volume das exportações cresce. Os dados de ontem da Secex (Secretaria de Comércio Exterior), quando considerada a média exportada por dia útil, aponta essa alta.

A balança comercial brasileira encerrara o ano de 2010 com superávit de US$ 20,3 bilhões. Mais uma vez o agronegócio com um superávit recorde de US$ 63 bilhões (+US$ 8,1 bilhões em relação a 2009) salvou as contas do País. Leia mais…

A lição do Parque das Emas: agronegócio e herbicida salvam reserva ecológica

7, abril, 2011 1 comentário

O jornal “Valor” publicou sugestiva reportagem sobre o Parque Nacional das Emas, 132 mil hectares no Estado de Goiás.

Trata-se de uma das maiores unidades de conservação do Cerrado. Entretanto, seu ecossistema ‒ cuja preservação é razão de ser do Parque ‒ ameaça entrar em colapso.

Causa: o avanço do capim braquiária e de quatro outros tipos de gramíneas de rápida expansão. Leia mais…

Queimadas são as menores dos últimos 650 anos, revelam amostras da Antártida

13, março, 2011 2 comentários

Fernando Reinach

A quantidade de vegetação queimada atualmente é a mais baixa dos últimos 650 anos, escrevedu o biólogo Fernando Reinach no “O Estado de S.Paulo”.

Estudos recentes demonstram que está errada a crença de que as queimadas seriam um mal derivado da expansão do moderno agronegócio.

Analisando a quantidade de monóxido de carbono presente em amostras de ar sequestrado nas camadas de gelo antárticas foi possível calcular a quantidade de biomassa queimada, a cada década, nos últimos 650 anos.

Faz anos que os cientistas fazem furos em diversas regiões da Antártida e recuperam amostras de gelo de diferentes profundidades. Leia mais…

Brasil, Reforma Agrária e a …

3, março, 2011 3 comentários

… revolução no mundo islâmico

Estaria chegando a nossa grande hora? O Brasil tornar-se-ia uma espécie de Arábia Saudita do combustível verde renovável do século XXI?

A região hoje conflagrada do mundo islâmico vinha sendo caracterizada pela mídia como sendo cada vez mais povoada por barbudos de turbante que rezam em praças públicas e em corredores de aviões e, sobretudo, sempre prestes a se tornarem homens-bomba pela vitória final de Alá.

Essa mesma mídia nos apresenta agora esse mundo coalhado de jovens engajados com a democracia e com as liberdades vigentes no Grande Satã ocidental, que manipulando o celular e as redes sociais como o twitter, derrubam velhas ditaduras autocráticas.

De início, as agitações pareciam típicas de uma transição. As ditaduras cairiam, convocar-se-iam eleições e tudo voltaria ao normal. Mas as areias do deserto costumam criar miragens: os novos governos não convencem e as minorias fundamentalistas ganham voz e vez nas novas situações.

O Egito pisca o olho para o Irã e as fragatas dos aiatolás entram por primeira vez no Mediterrâneo pelo Canal de Suez. Tunisianos, líbios e egípcios fogem do caos e inundam a ilha de Lampedusa, criando embaraço para o governo italiano, que não sabe como lidar com a situação. Segundo a ONU, mais de 100 mil cidadãos estrangeiros já deixaram a Líbia.

Há ainda as conseqüências de ordem econômica. Da Líbia, pelo menos de momento, não sairá mais petróleo. Seu preço disparou e a Arábia Saudita prometeu cobrir a lacuna da Líbia. Mas, segundo o jornal “Valor”, o colchão previsto para eventuais falhas no fornecimento de petróleo ficou no limite. Se algum outro produtor mediano suspender a produção, o Ocidente beirará o abismo.

Na opinião do presidente russo Medvedev, a instabilidade veio para ficar, opinião compartilhada por muitos especialistas ocidentais. Doente, o rei saudita volta a seu país com um plano de U$35 bilhões para evitar uma possível revolução no molde das havidas nos outros países. A Espanha – que importa 13% de seu petróleo da Líbia – já adotou medidas de racionamento e sugere adicionar biocombustíveis na gasolina.

Nesta hora, o etanol brasileiro desponta como uma tábua de salvação. Os EUA, que hoje se opõem à entrada do nosso etanol, poderão amanhã mudar de atitude. Estaria chegando a nossa grande hora? O Brasil tornar-se-ia uma espécie de Arábia Saudita do combustível verde renovável do século XXI?

Sobre essas reais perspectivas pairam também reais pesadelos. Segundo o INCRA, 85,8 milhões de hectares de terras já foram expropriados para fins de Reforma Agrária e assentadas 924 mil famílias. Ou seja, uma enorme fatia do nosso território fica assim engessada, uma vez que os assentamentos, além de nada ou quase nada produzirem, só sobrevivem devido às subvenções do governo.

A Providência nos concedeu terras em abundância. E a propriedade privada está tão amplamente disseminada de modo natural em todo o nosso território, que dispensaria o concurso do governo. Mas a este com sua canhestra Reforma Agrária se soma a zoeira de ONGs ambientalistas ou ligadas ao clero progressista que tentam bloquear a expansão de nossos canaviais. Pois os “vermelhos” de ontem passam hoje por “verdes”. E o Brasil é a sua grande vítima.

O arguto Talleyrand dizia: “Nada é menos aristocrático do que não ter fé”. É hora de fazermos um ato de fé na missão providencial do Brasil. Voltemos os olhos para Nossa Senhora Aparecida, Rainha do Brasil, e, cheios de confiança, peçamos-Lhe que o Brasil vença, qualquer que seja a situação.

Fonte:http://gpsdoagronegocio.blogspot.com

Agronegócio enfrenta falta de mão de obra

3, janeiro, 2011 2 comentários

Blog de Dom Bertrand

O agronegócio vive uma verdadeira revolução tecnológica com a introdução de inovações que atingem até mesmo a simples aplicação de defensivos. Mas o que aparentemente seria algo positivo traz à tona outra realidade: a falta de mão de obra especializada. Encontrar um profissional para determinadas funções tem- se tornado uma verdadeira dor de cabeça para os produtores rurais. Atualmente, existem milhares de vagas de empregos a serem preenchidas no campo nos mais variados segmentos, mas a falta de qualificação dos trabalhadores está gerando uma situação inusitada, com o desemprego crescente e a oferta de vagas em ascensão.

Para o presidente da Federação dos Empregados rurais Assalariados do Estado de São Paulo (Feraesp), Élio Neves, ‘há uma carência profunda nesse sentido, porque vivemos uma espécie de apagão da qualificação profissional.’ ‘O Brasil sempre teve política de qualificação e requalificação profissional. Mas infelizmente essas políticas não deram conta de preparar nem trabalhadores, nem empresários para essas mudanças de paradigmas que estamos vivendo, principalmente na agricultura’, disse.

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Deixem a agricultura trabalhar

28, dezembro, 2010 1 comentário

Graças ao agronegócio o Brasil conseguiu sair da crise que abalou vários países. Mesmo assim continua na mira do Ministério do Desenvolvimento Agrário e do PT, comprometidos com a bandeira do atraso.

Dom Bertrand

Com superávit comercial de US$ 58,2 bilhões neste ano, o agronegócio é mais uma vez a principal fonte de sustentação das contas externas brasileiras, graças ao seu poder de competição.

As exportações de alimentos e matérias-primas de origem agropecuária têm sido favorecidas pelos preços internacionais. Mas esse benefício vem sendo contrabalançado em boa parte pela valorização do real, nociva não só à indústria manufatureira, mas também à produção rural e à agroindústria.

Não há como desvincular o bom resultado comercial do setor de sua eficiência reconhecida internacionalmente. Leia mais…

Limitação da propriedade rural ou estupidez? (Final)

26, outubro, 2010 Sem comentários

Que tal colocarmos mais 80 milhões de hectares
no ciclo produtivo?

lio Brambilla

O agronegócio brasileiro é um dos grandes responsáveis, se não o maior, pela economia sadia e estável do Brasil.

Se considerarmos que a área destinada aos minifúndios improdutivos da Reforma Agrária já ultrapassou toda aquela destinada à produção de grãos, laranja, cana, florestas para celulose, madeira e carvão.

A solução portanto não é dividir ainda mais a propriedade, mas promover o contrário da Reforma Agrária, colocando os mais de 80 milhões de hectares no ciclo produtivo para o Brasil duplicar e até triplicar a sua produção.

Certa corrente ambientalista gosta de atacar os 15 a 20 milhões de hectares de pastagens que estariam “degradadas”, mas nunca dizem que há 80 milhões de hectares realmente degradados pela Reforma Agrária. Leia mais…

Limitação da propriedade rural ou estupidez? (II)

22, outubro, 2010 4 comentários

Produtor familiar e produtor empresarial

Hélio Brambilla

Os dados que citei no artigo anterior desmerecem outros produtores menores? – Absolutamente não!

O professor Marcos Fava Neves (FEA/USP – Campus Ribeirão Preto), em artigo para a Folha de São Paulo (25/09/2010), desmente com maestria os que querem contrapor o produtor familiar ao empresarial, sobretudo no “vale tudo” dos programas eleitorais.

Comenta: “É importante que essas lideranças que criticam o agronegócio entendam que esse conceito foi criado em 1957 nos Estados Unidos (apenas em 1990 no Brasil) para dar o caráter de integração a agricultura“.

“Agricultura integrada com o comércio, com a indústria, com os serviços, com as pesquisas, com os insumos e com os produtores. Na definição, não existe a palavra ‘tamanho’. É preciso entender que agronegócio não significa algo grande e sim algo ‘integrado’”. Leia mais…

Limitação da propriedade rural ou estupidez? (I)

21, outubro, 2010 3 comentários

“Sozinho produzo comida para 100 mil pessoas!”

Hélio Brambilla

Colheita do feijão em Caupi

Soa como boa música as palavras deste desbravador que se ufana de alimentar tanta gente. Ele não fala com orgulho, mas com altivez. Secundado pela família e pelos funcionários, atinge índices impressionantes de produtividade.

Na verdade, um amigo me informara que uns mega-caminhões – 18 de uma só vez – carregaram numa determinada fazenda cerca de mil toneladas de feijão.

Os motoristas – que tinham almoçado com os 1.300 funcionários do local – comentaram ter comido muito bem. A excelente qualidade do que é servido advém da supervisão de nutricionistas.

Com freqüência o proprietário almoça com os seus funcionários, assiste com eles às missas que marcam o início da safra, e participam com as respectivas famílias das “quadrilhas de São João”. Enquanto isso, outras quadrilhas – estas sem aspas – dançam alhures o “forroubo” com o dinheiro do povo. Leia mais…