Código Florestal um conjunto de leis para um problema inexistente.
Paulo Henrique Chaves
O Deputado Lael Varella (DEM-MG) classificou na Câmara dos Deputados o Código Florestal, editado há 45 anos e modificado por portarias e MPs sem nenhum debate no Congresso.
Chamou a atenção de seus pares para as grandes modificações que vêm ocorrendo nos principais centros de pesquisas científicas internacionais, como a Royal Society, que acabou de dar uma marcha à ré sobre o aquecimento global antropogênico.
Na sua mudança de posição, a Royal Society afirma não ser possível determinar o quanto a Terra vai aquecer ou como o clima vai mudar no futuro.
A prudência e a falta de dogmatismo da posição da prestigiosa Sociedade causaram mal-estar nos círculos ativistas e na esquerda política.
Fiasco de Copenhague deixou "comunismo verde" sem rumo. Cancún promete o mesmo
Luis Dufaur
A iminente Conferência do Clima (COP-16) em Cancún, México, sofre de esvaziamento absoluto. Nenhum chefe de Estado europeu vai comparecer.
Por sua parte, o presidente Obama está com as mãos amarradas após recente surra eleitoral. Seu projeto para o meio-ambiente também pesou, e não pouco, nessa derrota.
Após ter sido estrela no fracasso do encontro em Copenhague (COP-15), no ano passado, o presidente Lula ainda acreditava em conversas que se iniciaram naquela falida reunião. Porém, não foram adiante.
Na Dinamarca, o presidente brasileiro foi um dos principais negociadores do texto final intensamente repudiado e por ninguém obedecido.
Em Cancún, no fim da presidência Lula não encontraria ninguém com o seu nível de representação para negociar qualquer agenda ambiental.
A Royal Society de Londres principal instituição científica da Grã-Bretanha flexibilizou a sua posição sobre o aquecimento global causado pelo homem.
Em um documento publicado após uma rebelião de mais de 40 dos seus companheiros, o novo guia da Royal Society para a mudança climática, diz que não há a certeza propalada sobre o aumento da temperatura prognosticado pela Sociedade. Trata-se de uma atualização do documento Climate Change Summary of Science.
O “Times” informou que segundo a nova posição da Royal Society permanecem “incertezas que provavelmente nunca serão significativamente reduzidas” esvaziando as profecias que davam por certa e demonstrada dita mudança.
A Royal Society afastou-se das controvérsias sobre a mudança climática em que tinha caído.
Emitiu um “guia simples” segundo o “Times” em substituição ao documento anterior que refletia a posição da entidade.
Nesse guia evita fazer previsões sobre o impacto das alterações climáticas e se abstém de aconselhar os governos sobre como eles devem reagir.
O guia diz: “o tamanho dos futuros aumentos de temperatura e outros aspectos da mudança do clima, especialmente em escala regional, ainda estão sujeitos a incertezas”.
Nesta mudança de posição, a Royal Society ainda parece criticar cientistas que fizeram previsões sobre ondas de calor e elevação dos mares. Ela agora diz: “Há pouca confiança nas projeções específicas da futura mudança climática regional, exceto em escalas continentais”.
Harold Lewis, professor emérito de física da Universidade da Califórnia em Santa Barbara, renunciou à Sociedade Americana de Física.
Só um grave motivo poderia ter levado alguém com currículo tão vasto* a renunciar ao importante órgão de físicos americanos.
E esse motivo foi o “embuste do aquecimento global”, uma fraude amparada até por cientistas famosos que, perdendo o amor à verdade, começaram a enveredar pela corrupção.
Na aparência uma campanha ingênua sem 'arrière-fond'
Luis Dufaur
A “Campanha global 10:10” visa cortar em 10% a emissão mundial de CO2 por ano a partir de 2010. No seu site, ela alega ter o apoio de 94.835 pessoas, de 2.235 ONGs e organismos oficiais, além de 3.591 empresas (em quinta-feira, 7 de outubro de 2010, 19:30:15).
Nesse intuito “10:10” publicou um vídeo de propaganda esmeradamente elaborado e por certo custoso.
O vídeo que não recomendamos às pessoas sensíveis e desaconselhamos vivamente para menores de idade, é de uma crueldade inimaginável.
Numa primeira cena, uma professora primária ou secundária da Grã-Bretanha convida os alunos a participarem da campanha “10:10”.
No fim pede às crianças que concordam levantarem a mão. A maioria aprova.
Depois pede aos meninos que não concordam de levantarem a mão também. São uns poucos.
A professora acrescenta que é o direito de eles e, enquanto bate o campainha, com toda naturalidade acrescenta que ainda esqueceu uma coisinha muito simples. Leia mais…
A Torre Eiffel sob as águas ou no deserto: vale tudo
Há uma depressão palpável e crescente na “religião” catastrofista. Nesses ambientes procura-se algum slogan ‒ ou “verdade revelada” ‒ que possa servir para os mesmos efeitos que o “aquecimento global” desprestigiado demais.
É o problema dos slogans: no início causam furor, depois saturam e viram biscoito lambido.
E a “religião” ambientalista tem muito de fanatismo: precisa logo encontrar substituto para atingir logo seu objetivo extremado.
Grande esforço intelectual desenvolve-se nestes momentos nos cenáculos da religiosidade apocalíptica e pouco veladamente socialista.
Novas fórmulas estão sendo discutidas. Outras são velhas, mas suscetíveis de manipulação. Pouco importa se a religião socialista é bem servida.
‒ “Extreme weather” (vantagem: foge da questão do “aquecimento global”; desvantagem: o que serve para tudo não serve para nada em especial) Leia mais…
Manifestastes na praia de Copacabana. Foto: Marco António Cavalcanti - O Globo
Ao exemplo do que ocorre com milhões de internautas, procuro manter-me informado através da Internet do que acontece no País e no mundo. Muitas vezes, contudo, matérias que lemos suscitam reflexões e levantam dúvidas sobre como analisá-las.
Foi o que aconteceu com a seguinte notícia, divulgada pela UOL: “Cinco mil pessoas fazem caminhada no Rio para defender liberdade religiosa”.
Como entendê-la? Pesquisando, encontrei um esclarecedor artigo do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, que dividi em duas partes e ofereço à consideração do leitor. Mas lhe recomendo ler antes a notícia da UOL.
O que me levou a pensar sobre a questão da liberdade religiosa foi o seguinte trecho: “Praticantes de Wicca (religião neopagã influenciada por crenças pré-cristãs) também denunciam a intolerância, durante a manifestação.
De acordo com a veterinária Shirley Ribeiro, de 32 anos, o preconceito contra as bruxas ainda é flagrante. ‘Não podemos dizer que somos bruxas. Muitas pessoas, especialmente os cristãos, olham para a gente achando que fazemos coisas ruins’, afirmou.” Leia mais…