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Enrique Gómez Hurtado,
ex-presidente do Senado da Colômbia |
Luis Dufaur
O ressurgimento do narcoterrorismo, do sequestro, da extorsão e de ataques contra povoados em que até crianças são assassinadas ou recrutadas à força pelos bandos comuno-guerrilheiros e criminosos na Colômbia só é possível pela “deterioração do sistema da Justiça”.
A denúncia está contida em carta enviada por Enrique Gómez Hurtado, ex-presidente do Senado da Colômbia, e Rafael Nieto Navia, ex-magistrado da Corte Interamericana de Direitos Humanos e do Tribunal Penal Internacional, à presidente da Comissão de Assuntos Exteriores da Câmara de Representantes dos EUA, Ileana Ros-Lehtinen, tendo sido noticiada pelo “The Wall Street Journal Americas”.
“Levantamos a voz de alarma para advertir contra a infiltração de agentes [do narcoterrorismo] em nosso sistema judicial, e também em ONGs onde, sob o disfarce da defesa dos direitos humanos, apoiam iniciativas que visam atacar as instituições democráticas”. Leia mais…
Em meio à tristeza pelo massacre praticado pelas FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) contra reféns, a Colômbia vive hoje a alegria de ver liberto mais um prisioneiro dentre as várias centenas que ainda sofrem o brutal e inumano cativeiro da guerilha comunista.
Luis Alberto Erazo Maya, sargento da polícia, sofreu doze anos de cativeiro, viu seus companheiros de infortúnio serem friamente executados em vingança pelo operativo militar que os buscava resgatar e ele mesmo escapou por ter logrado esconder-se na densa mata, resultando depois em seu resgate. Mas não saiu ileso, recebeu ferimentos de uma granada lançada contra ele quando empreendia sua fuga.
Outros quatro militares foram executados: o coronel Edgar Yesid Duarte Valero, o major Elkin Hernández Rivas, o intendente chefe Álvaro Moreno e o sargento José Líbio Martínez, o refém mais antigo em poder das Farc, que era mantido prisioneiro há quase 14 anos. Leia mais…
A Sociedade Colombiana Tradición y Acción publicou importante manifesto sobre os novos rumos que a Colômbia vem tomando. A situação do país vizinho pode influenciar a fundo o Brasil, sobretudo se a Corte Suprema de Justiça colombiana continuar em sua política de favorecer os movimentos terroristas do tipo FARC.
Transcrevemos abaixo o manifesto para apreciação de nossos leitores:
Sociedad Colombiana Tradición y Acción
Ao declarar nulas as provas que, sim, são legais:
A Corte Suprema de Justiça consagra a impunidade e deixa desprotegidos os cidadãos de bem

Corte Suprema de Justiça da Colômbia considera nulas as provas e se abstém de iniciar investigação penal contra ex-parlamentar, por seus vínculos com as FARC.
A Honorável Corte Suprema de Justiça emitiu há alguns dias um Comunicado de Imprensa que deixou horrorizado o país e perplexa a comunidade internacional.
Em um sucinto comunicado que não equivale a uma sentença de fundo, entregue aos meios de comunicação, a Sala Penal da Honorável Corte informa ao país que proferiu um auto mediante o qual ela se abstém de iniciar investigação penal contra Wilson Borja, ex-parlamentar do Polo, por seus vínculos com as FARC. Isto porque todas as provas obtidas na famosa “Operação Fênix”, na qual se deu baixa ao chefe máximo das FARC, o terrorista Raúl Reyes, numa operação militar no Equador, são nulas, por terem sido obtidas violando o devido processo. Leia mais…
O guerrilheiro “Didier”, líder da Frente 21 das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), responsável por extorsões no departamento de Tolima, morreu com outros rebeldes em combate com militares. O conflito ocorreu na região de “El Cañón de las Hermosas”, onde se esconde Guillermo León Sáenz, o “Alfonso Cano”, chefe máximo do grupo narcoterrorista. A guerrilha encontra-se em franco retrocesso militar, e sua esperança agora é obter cumplicidades salvadoras em nível político ou eclesiástico.
Fonte: Revista Catolicismo-Março de 2011

“Sem uma solução racional e justa para o problema da terra, nunca obteremos uma paz duradoura”
A guerrilha narcomarxista das FARC forçou milhões de colombianos de todas as classes sociais a abandonar suas terras e propriedades. Agora, como estratégia de pacificação, o governo colombiano promove o retorno dos cidadãos, fornecendo-lhes títulos de propriedade e créditos. Esta política acertada contradiz o sonho dos rebeldes marxistas de instaurar uma “reforma agrária” socialista, como a cubana ou a brasileira. “Sem uma solução racional e justa para o problema da terra, nunca obteremos uma paz duradoura”, disse o ministro de Agricultura, Juan Camilo Restrepo [foto]. A posse legalmente garantida da propriedade é um fator de paz, enquanto a supressão da propriedade é causa de perturbação e subversão. Por isso as FARC querem a reforma agrária e seus assentamentos.
Fonte:Agência Boa Imprensa

“Não se pode propagar perversão alguma. Tais eventos como as paradas gays provocam grandes prejuízos às crianças”.
Paulo Roberto Campos
Dois exemplos de autoridades governamentais cumprindo o dever de defender a família, protegendo-as de ataques incessantes da “revolução homossexual”.
Como, infelizmente, são raras tais autoridades em nosso País, aqui transcrevo as notícias (uma da Lituânia e outra da Colômbia).
Parlamento da Lituânia considera lei que proíbe a homossexualidade
Hilary White
VILNIUS, Lituânia, 17 de novembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Depois da violência da parada do orgulho gay de maio passado em Vilnius, o Parlamento da Lituânia está considerando a aprovação de uma lei que proibiria outras manifestações homossexuais públicas.
A versão preliminar da lei propõe impor multas entre 2.000 e 10.000 litas por “promover publicamente as relações homossexuais”. Na primeira leitura na sexta-feira, a lei recebeu 31 votos a favor e sete contra, com a maioria dos 141 legisladores se abstendo, de acordo com a revista The Baltic Course.
Uma segunda votação é aguardada para dezembro, conforme reportagem da revista online.
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Paulo Roberto Campos
O Exército colombiano deu recentemente ao mundo um bom exemplo de reação sadia.
Após rastrear durante quatro anos os esconderijos de narco-terroristas nas selvas, ele conseguiu por fim executar Jorge Briceño, alcunhado de Mono Jojoy (foto abaixo), o sanguinário chefe militar das FARC que vinha tentando tomar o poder pela força para implantar na Colômbia um regime marxista.
Desse simpático país vizinho chega-nos agora outra boa reação. O principal jornal de Bogotá, “El Tiempo” (27-9-10) noticiou que o Procurador Geral da Nação, Alejandro Ordóñez Maldonado [foto acima], em sua luta contra o aborto, apresentará projeto de lei justificando o direito de médicos, bem como de parteiras, enfermeiras e de todo pessoal de centros de saúde, à objeção de consciência para não praticar o aborto.
Isto porque, atualmente na Colômbia — como no Brasil — vigora o direito (sic) ao aborto em casos de estupro, malformação do feto e risco de vida para a mãe. Leia mais…
Luis Dufaur

Morte de chefe militar das FARCs desanima esquerdas
O “Mono Jojoy”, chefe militar das FARC, foi abatido pelo Exército colombiano em 21 de setembro (ver “El Tiempo”).
A mídia brasileira, sempre ávida de sensacionalismo, não gostou muito do fato; pelo menos informou pouco e tardiamente.
No momento do bombardeio, Víctor Julio Suárez Rojas – também conhecido pelas alcunhas de ‘Jorge Briceño Suarez’ e ‘Mono Jojoy’ – vestia uma calça verde militar e um ‘poncho’ preto e branco.
O rosto do criminoso ideológico mais cruel da Colômbia estava desfigurado por uma grande ferida na testa. Tinha muitas outras feridas, não se sabendo ainda se morreu por algum disparo ou por fragmento de bomba, segundo “El Tiempo”.
O golpe à organização esquerdista torna-se especialmente grave ao se considerar que nos últimos anos ela perdeu 30 de seus 40 principais líderes e que muitos dos sobreviventes estão refugiados em países vizinhos. Leia mais…
Edson Carlos e Oliveira

Foto: O novo presidente da Colômbia Juan Manuel Santos, um dia antes de sua posse no cargo, recebe, em cerimônia indígena, uma investidura “espiritual”
Começo observando que nem todo amanhecer é ensolarado, florido e com pássaros cantando.
Muitas vezes o dia se inicia com um céu cinzento e com nuvens escuras no horizonte que nos dá a incerteza do que há de vir. Sair de casa tomando a prudência de levar um guarda-chuva não é má ideia.
E é com um guarda-chuva que acompanho os fatos decorrentes da vitória eleitoral do novo presidente da Colômbia.
Vamos a eles.
Em 7 de agosto, um dia antes da posse de Juan Manuel Santos, sob o título Un milagro político, a revista Semana que pertence ao jornal El Tiempo, trata da mudança de governo em seu país.
O artigo resume em duas linhas uma dessas nuvens escuras que preocupam a qualquer um: a mudança de atitude da mídia. Durante a corrida eleitoral, as pesquisas de opinião e os jornais indicavam que Santos perderia logo no primeiro turno para o seu principal oponente Antanas Mockus que tinha todo o ambiente midiático a seu favor. Leia mais…
Edson Carlos de Oliveira
A Corte Constitucional da Colômbia, em 2006, despenalizou a prática do aborto em casos de estupro, riscos à saúde da mulher e de crianças com anencefalia. Para gestantes menores de idade, ficou apenas como obstáculo a necessidade de uma “permissão judicial”.
Tal despenalização foi logo entendida como um direito. E a corte passou a exigir, em 2009, que os Ministérios da Educação e Proteção Social promovessem programas educacionais para expor os assim chamados “direitos sexuais e reprodutivos”.
A sentença solicitou que se assegurasse que todas as entidades prestadoras de serviços de saúde “respeitem o direito das mulheres a abortar”. E aboliram a necessidade da “permissão judicial” para a prática do aborto em menores devido ao de fato de vários juízes, alegando o direito à objeção de consciência, se negarem outorgá-lo. Leia mais…