
Enquanto em Cancún o clima é de aquecimento...
Luís Felipe Escocard
Essa é a 16ª Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança Climática que irá até o dia 10 de dezembro no México, e que teria começado com um pedido urgente de medidas para se frear o aquecimento global, tão alardeado pelas esquerdas. A notícia é da agência EFE, de 29/11, reproduzido pelo Portal Terra.
A chanceler mexicana Patricia Espinosa, anfitriã da cúpula, se diz esperançosa em “conseguir resultados significativos” para “passar do discurso para a ação”. Já Felipe Calderón, presidente mexicano, cuja vista parece ser superior a do normal dos homens, diz ter conseguido enxergar no mundo uma “nova onda de consciência sobre mudança climática”.
E por fim Mario Molina, químico, fez uma declaração ameaçadora: “adiar uma ação poderia implicar um custo astronômico para gerações futuras.”
Essas lorotas ambientalistas comprometidas com a agenda esquerdista já foram rebatidas com grande segurança por vários cientistas de renome, entre eles o climatologista Luiz Carlos Molion, em entrevista a TV Bandeirantes, que se encontra neste site (veja o vídeo).
Mas cabe aqui fazer alguns comentários…

Na época de Carlos Magno não havia poluentes, mas havia mudança climática. O que tem a dizer sobre isso os alarmistas da COP 16?
No ano passado as diversas delegações da Conferência do Clima, em Copenhagen, tiveram que ir ao local do evento bastante agasalhadas, pois lá se deu uma das maiores nevascas dos últimos tempos. Lá dentro, clima de aquecimento global. Mas do lado de fora… Leia mais…