
Atentado terrorista na Times Square, Manhattan.
José Carlos Sepúlveda
Foi há pouco tempo. Talvez até muitos já se tenham esquecido. Mas no dia 2 de maio passado, uma van Nissan Pathfinder começou a fumegar em pleno coração de Nova York. A polícia foi alertada por um vendedor ambulante e rapidamente evacuou a Times Square, esvaziando o centro de Manhattan (foto – reprodução).
Dentro do carro a brigada especial da polícia encontrou diversos materiais explosivos e desativou o artefato que fazia daquele veículo um carro-bomba. Michael Bloomberg, prefeito da cidade, afirmou que a polícia evitou uma tragédia.
Indiciado por terrorismo
As investigações logo identificaram o responsável, Faisal Shahzad, paquistanês de 30 anos, naturalizado americano há pouco mais de um ano. A polícia efetuou a prisão de Faisal, quando este embarcava num vôo para o Dubai, no Aeroporto Internacional John F. Kennedy.
Levado ante um Tribunal Federal, Shahzad se confessou culpado e foi indiciado por terrorismo e por estar “conspirando com o Taliban do Paquistão para causar morte e destruição na Times Square“. Leia mais…
Palavra de índio: “os brancos não se entendem”.
Palavra de branco “conscientizado”: “A vocação dos javaés é a pesca, não a pecuária”
Palavra de branco sensato: “A meta era que, após dez anos, os javaés pudessem tocar sozinhos a pecuária.”
Você quer entender o que está acontecendo? Leia então:
Índios da Ilha do Bananal, no Tocantins, não poderão arrendar terra
HUDSON CORRÊA
DO RIO
Em menos de um ano, os índios da Ilha do Bananal, a maior ilha fluvial do mundo, foram autorizados e desautorizados pela Procuradoria da República a permitir gado de fazendeiros em suas terras.
A ilha no Tocantins, entre os rios Araguaia e Javaés, tem cerca 20 mil quilômetros quadrados, 13 vezes o tamanho da cidade de São Paulo, e quase 70% correspondem à terra indígena do Araguaia. Leia mais…
É por nossa conta
DIMMI AMORA
DE BRASÍLIA

Governo Federal hospeda por nossa conta 230 sem-terra no hotel 5 estrelas Golden Tulip, que em nada lembra invasões selvagens que realizam. Foto: Ubirajara Machado
O governo federal gastou uma fortuna no superproduzido evento sobre agricultura familiar, em Brasília, incluindo painéis eletrônicos de última geração. E hospedou por nossa conta 230 sem-terra no hotel 5 estrelas Golden Tulip, que em nada lembra invasões selvagens que realizam.
Governo banca festa de R$ 15 milhões para assentados
Uma festa para pequenos agricultores e famílias de assentados da reforma agrária, em Brasília, está orçada em R$ 15,2 milhões.
São recursos do orçamento do Ministério do Desenvolvimento Agrário, que ainda captou, por meio de uma ONG, mais R$ 1 milhão –quase a totalidade desse valor obtida de estatais.
Trata-se da 7ª Feira Nacional da Agricultura Familiar e Reforma Agrária (Brasil Rural Contemporâneo), que começou na quarta-feira e termina amanhã em Brasília. Foram gastos R$ 13,7 milhões para montagem do evento e o restante será usado para transporte e hospedagem.
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Enquanto no Brasil a população envelhece e a taxa de nascimentos diminui (segundo pesquisa do IBGE), do Chile chega-nos um belo exemplo que, se aplicado em nosso País, poderia reverter o deplorável e triste processo de envelhecimento da população brasileira.
Apesar de eu ter sérias restrições ao novo presidente chileno Sebastián Piñera (devido a algumas inaceitáveis declarações feitas durante sua campanha eleitoral), ele promoverá algo que merece louvor: um fortalecimento da instituição da família — muito debilitada no anterior governo socialista — e um rejuvenescimento de seu país (Vide notícia abaixo*).
Pelo contrário, o governo brasileiro, promovendo a diminuição da natalidade, promove o envelhecimento de nossa nação, propagando métodos contraceptivos; facilitando ao máximo o aborto e a esterilização cirúrgica; com a maciça distribuição de preservativos e de pílulas anticoncepcionais por meio do Ministério da Saúde — que mais adequadamente poderíamos designar como “Cemitério da Saúde”, uma vez que propaga o envelhecimento e a morte, e não a vida. Leia mais…
Nilo Fujimoto
O secretário de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, considerou “lamentável” a decisão do Supremo Tribunal Federal que rejeitou mudar o entendimento da Lei da Anistia para permitir a responsabilização de militares que cometeram tortura durante a ditadura (1964-85). Para o ministro, “o país tem que aprender a punir a tortura”1. Punir torturadores – eis sua bandeira de guerra.
Acrescentou que “só haverá reconciliação para valer no país quando houver uma abertura inteira dos arquivos e for possível virar a página”2.
Essa idéia de virar páginas da história enseja muitos comentários. Mas o fato evidente é que a página a que ele se refere está totalmente virada, salvo para alguns derrotados revanchistas que esperneiem de raiva por não poderem “torturar” os que os torturaram. Parece que encontrariam nessa panacéia de “re-torturamento” de uns tantos militares, hoje idosos, uma desforra que os tortura. Não enxergam que foram derrotados!
A grande verdade é que o Sr. Vannuchi e seus correligionários perderam o bonde da história. Em 1964, quando tudo investiram e apostaram, cegamente confiantes na instalação de uma ditadura comunista no Brasil, não souberam auscultar as profundidades da opinião pública, que os rejeitou da forma mais categórica, cabendo aos militares secundar tal repulsa derrubando a ditadura janguista em gestação. Leia mais…
Tags: Brizola, Che Guevara, Fidel Castro, Folha de São Paulo, Geraldo Goulart, Leonor Mendes de Barros, Lucas Ferraz, Marcha da Fámilia, Nilo Fujimoto, PNDH-3, Vannuchi

Extra! Extra!
A ex-senadora Heloísa Helena, PSOL, revelou-se “defensora figadal” da propriedade privada! Ela se manifestou dizendo: “É triste. Você constrói a casa e chega alguém, que não fez nada pela construção, e quer tomar essa casa”.
Em tempo, ela declarou isso quando perguntada a respeito da divisão interna pela disputa do controle de seu partido. Ainda bem que até mesmo socialistas radicais, inimigos da livre iniciativa e propriedade privada, quando consultam seus mais recônditos sentimentos, deixam aflorar lampejos do direito natural. Bem-vindos!
Folha de S. Paulo
Escolha de Plínio provoca racha no PSOL
Bernardo Mello Franco
Menos de quatro anos após disputar sua primeira eleição, o PSOL já vive um racha nacional, com direito a acusações de fraude, troca de insultos entre dirigentes e até ao “sequestro” de seu site oficial na internet.
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