
O bem-aventurado José de Anchieta trabalhou com afinco para converter os índios brasileiros à verdadeira Religião...
O bem-aventurado José de Anchieta trabalhou com afinco para converter os índios brasileiros à verdadeira Religião e assim afastá-los das práticas pagãs a que se entregavam. Eis o que ele relata em carta de março de 1555 a seus superiores:
“Estes nossos catecúmenos [os índios em processo de conversão] parecem apartar-se um pouco dos seus antigos costumes, e já raras vezes se ouvem os gritos desentoados que costumam fazer nas bebedeiras. Este é o seu maior mal, donde lhes vêm todos os outros. De fato, quando estão mais bêbados, renova-se a memória dos males passados, e começando a vangloriar-se deles logo ardem no desejo de matar inimigos e na fome da carne humana. Mas agora, como diminui um pouco a paixão desenfreada das bebidas, diminuem as outras nefandas ignomínias; e alguns são-nos tão obedientes que não se atrevem a beber sem nossa licença.” Leia mais…
Marcos Garcia
Diante do fracasso rotundo da ideologia socialo-comunista na Opinião Pública brasileira, a esquerda precisa recorrer a várias “ferramentas” que lhe possibilitem avançar. Avançar sobretudo contra o direito de propriedade, garantido pela Lei de Deus, pelo direito natural e, bem mais fracamente, pela nossa constituição já bastante esquerdizada.
Uma dessas ferramentas são os índios. Defender seu direito exclusivo à terra, contra os brancos “invasores” como se estes fossem criminosos, e expulsá-los inaugurando em seu lugar um “paraíso” comunista.
Inicialmente os índios são reduzidos a marionetes nas mãos do CIR (órgão derivado do comunista Conselho Indigenista Missionário), “conscientizados” de que são explorados pelos que lhes dão emprego e comida. Uma mentira. Tudo com base em outra mentira: a interpretação marxista da religião católica. Leia mais…
Márcio Coutinho

O Brasil, pela sua bondade, "azeita" quem toma contato com ele. O indigenismo (anti)missionário "azeda" os índios contra a civilização.
O jornal Folha de S. Paulo (12/3/2011) informa que antropólogos da Universidade Stanford, EUA, estão diante de um dilema: como é possível que dois grupos de índios da mesma etnia macuxi, que vivem na fronteira entre o Brasil e a Guiana, possam ser tão diferentes?
O problema não se limita à divisão territorial entre o Brasil e a Guiana. Estes países – bem como a tribo – são separados apenas pelo rio Tacatu e o afluente Irengue, que em época de seca atravessa-se a pé e, por isso mesmo, não impede qualquer contato entre eles.
Quais seriam então os motivos que levaram o grupo de índios macuxi do lado brasileiro a deixarem partes de seus costumes e o uso da língua nativa para se portarem como brasileiros e, ao contrário, os índios da Guiana a conservarem sua língua indígena e seus costumes?
Para o antropólogo José Fragoso, que reside no EUA, o “fenômeno” é intrigante: ‘se você vê um índio brasileiro na Guiana, você sabe que ele é brasileiro. Ele gesticula como um brasileiro, fala alto como um brasileiro, anda como um brasileiro. Os índios do outro lado do rio são mais reservados’.
O Prof. Plinio Corrêa de Oliveira debruçou-se certa vez sobre essa problemática. Ele chamava esse “fenômeno” de “azeitamento”. Quando se derrama azeite Leia mais…
Luis Dufaur

- Cenas da humilhação e suplício de Orlando Quishpe no Equador. Fonte: “El Comercio”, Quito
Enquanto o presidente Lula tentava tirar o corpo de dissuadir o apedrejamento de Sakineh Mohammadi (mais dez pessoas estão na sinistra lista) a imprensa noticiava fatos que ajudam a compreender por que o presidente petista relutava em fazer uma démarche decisiva junto a seu par iraniano.
É que em nome das “culturas indígenas” os presidentes sul-americanos amigos do petismo estão instalando em seus países sistemas análogos de cruel execução.
Em Uncia, na Bolívia, por exemplo, quatro policiais foram apedrejados, mortos a pauladas e enterrados de bruços, vítimas da “justiça comunitária” indígena reconhecida pela Constituição do presidente Evo Morales.
No Equador, onde a “justiça indígena” foi aprovada pela Carta de 2008, Orlando Quishpe, de 21 anos, recebeu chibatadas de urtiga amarrado a um pelourinho. Só não foi enforcado por causa dos apelos do presidente Correa.
Ainda no Equador, em decorrência dessa mesma “justiça” – que agora é constitucional -, em julho duas pessoas foram queimadas vivas em Orellana.
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Luis Dufaur
Muito se fala das ONGs ambientalistas radicais, porém pouco se diz claramente sobre elas. Sem dúvida são muito numerosas. O Prof. Denis Lerrer Rosenfield fez um elenco das mais ativas e, por isso mesmo, mais perigosas para o Brasil
Apresentamos a seguir excertos de matérias publicadas por ele em grandes órgãos da mídia nacional:
WWF Brasil – ONG sediada nos EUA, tem fortes financiadores e apoiadores. Além de militar contra a revisão do Código Florestal, sua atuação no Brasil situa-se na área de infraestrutura e agricultura. É contra a construção dos Terminais Portuários de Morrinhos (MT) e de Bamin, do Porto do Sul (BA), e da soja produzida no país.
Greenpeace - ONG cada vez mais acusada de fraudes na Europa e de utilização pelos seus dirigentes dos recursos coletados, é contra a construção da hidrelétrica de Belo Monte, dos transgênicos, da pecuária na Amazônia, além de ser evidentemente contra a revisão do Código Florestal. Seus financiadores e apoiadores são expressivos. Leia mais…
Edson Carlos e Oliveira

Foto: O novo presidente da Colômbia Juan Manuel Santos, um dia antes de sua posse no cargo, recebe, em cerimônia indígena, uma investidura “espiritual”
Começo observando que nem todo amanhecer é ensolarado, florido e com pássaros cantando.
Muitas vezes o dia se inicia com um céu cinzento e com nuvens escuras no horizonte que nos dá a incerteza do que há de vir. Sair de casa tomando a prudência de levar um guarda-chuva não é má ideia.
E é com um guarda-chuva que acompanho os fatos decorrentes da vitória eleitoral do novo presidente da Colômbia.
Vamos a eles.
Em 7 de agosto, um dia antes da posse de Juan Manuel Santos, sob o título Un milagro político, a revista Semana que pertence ao jornal El Tiempo, trata da mudança de governo em seu país.
O artigo resume em duas linhas uma dessas nuvens escuras que preocupam a qualquer um: a mudança de atitude da mídia. Durante a corrida eleitoral, as pesquisas de opinião e os jornais indicavam que Santos perderia logo no primeiro turno para o seu principal oponente Antanas Mockus que tinha todo o ambiente midiático a seu favor. Leia mais…
Ceará sem índios
Não existem índios no Ceará. Há certidão no Arquivo Público de Vitória, no Espírito Santo. O Imperador Pedro II mandou em 1860 que o presidente da província do Ceará incorporasse todas as terras que haviam sido doadas aos índios, uma vez que eles “não mais viviam aldeados e sim confundidos com a massa da civilização civilizada”.
Coluna de Ari Cunha no Correio Braziliense, 6 de agosto de 2010.
Já tentaram em 1999 tomar essas terras como sem-terra
O advogado do grupo Nova Atlântida, Djaura Dutra, é incisivo: ‘Não existem índios no Ceará’.
Segundo Dutra, o que estaria ocorrendo no Ceará seria uma ‘rememoração da cultura indígena. Mas a Constituição não protege nada disso para efeito de demarcar área indígena alguma’. O advogado sustenta que as comunidades de Buritis e de São José não são indígenas. Leia mais…
Palavra de índio: “os brancos não se entendem”.
Palavra de branco “conscientizado”: “A vocação dos javaés é a pesca, não a pecuária”
Palavra de branco sensato: “A meta era que, após dez anos, os javaés pudessem tocar sozinhos a pecuária.”
Você quer entender o que está acontecendo? Leia então:
Índios da Ilha do Bananal, no Tocantins, não poderão arrendar terra
HUDSON CORRÊA
DO RIO
Em menos de um ano, os índios da Ilha do Bananal, a maior ilha fluvial do mundo, foram autorizados e desautorizados pela Procuradoria da República a permitir gado de fazendeiros em suas terras.
A ilha no Tocantins, entre os rios Araguaia e Javaés, tem cerca 20 mil quilômetros quadrados, 13 vezes o tamanho da cidade de São Paulo, e quase 70% correspondem à terra indígena do Araguaia. Leia mais…
CPT quer limitar propriedades rurais
Com mais 47 entidades, a CPT – órgão da CNBB que se imiscui em terreno muito alheio à cura das almas – faz campanha para limitar o tamanho das propriedades rurais no Brasil a 35 módulos fiscais, bem nos moldes socialistas fracassados.
O anúncio foi feito pelo Bispo Dom Ladislau Biernaski [foto] durante o 3º Congresso Nacional da CPT que termina hoje na cidade mineira de Montes Claros.
A CPT vai liderar as entidades para grande mobilização visando à realização da coleta de 5 milhões de assinaturas para um plebiscito estabelecendo limites para as terras particulares. Hoje eles impõem limites no campo. Amanhã, imporão nas cidades! Socialismo é isso aí! Leia mais…
Com a agropecuária falida, a Venezuela bate em nossa porta

Hugo Chávez, durante gravação, em supermercado, de seu programa semanal, o Alô, Presidente
A escassez de itens da cesta básica já castiga a Venezuela. Pressuroso, Chávez – só nos 4 primeiros meses deste ano – comprou do Brasil 70% a mais de gado em pé em relação ao mesmo período de 2009. No caso do açúcar, a alta foi de 250%.
Outro produto que rareia nos supermercados é a farinha de milho, base da alimentação dos venezuelanos. O grão, que não aparecia na lista dos produtos mais vendidos pelo Brasil em 2009, agora é o 5º do ranking.
Hugo Chávez põe a culpa nos especuladores.
Para analistas, o problema é resultado de outros fatores como a dificuldade para ter acesso a divisas para importação; produtores não aceitam os preços tabelados pelo governo. A alta da inflação no item alimentos foi de 11,2% apenas no mês de abril… Leia mais…