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O Executivo prevê que serão enviados ao Congresso 27 projetos de lei referentes ao PNDH-3 nos próximos meses

 Esses 27 projetos de lei versarão sobre todos os eixos do documento, sobretudo:

1 – O primeiro eixo se esconde sob o nome de “Interação democrática entre Estado e sociedade civiel”. Digo “se esconde”, pois é neste eixo que fica clara a intenção de sovietizar o Brasil. O PNDH-3 pretende criar comitês populares, formados pela sociedade civil. No linguajar dos “direitos humanos”, sociedade civil quer dizer movimentos sociais como o MST, ONGs ambientalistas, ONGs abortistas, movimentos homossexuais, etc.

 2 – Criação do Observatório Nacional dos Direitos Humanos: para bom entendedor, sobretudo do contexto do atual Governo, esse Observatório será o grande Soviet, como o Soviet Supremo da URSS, a comandar os pequenos conselhos “populares”.

 3 – O terceiro eixo se esconde sob o título “Universalizar direitos em um contexto de desigualdades”. Infelizmente, não se trata de acabar com as desigualdades desarmônicas, mas sobretudo com a desigualdade entre o vício e a virtude. Isto é, equiparar a prostituição às outras profissões, bem como equiparar a união ou “casamento” homossexual com o matrimônio verdadeiro.

Em outro sentido, é perseguir a todos os que não se adaptem ao que o PNDH-3 chama de “desconstrução da heteronormatividade”. Isto é, os que não se adaptarem às novas “configurações familiares”, e evitarem, por exemplo, de contratar homossexuais para trabalhar dentro de casa, sofrerão sanções legais, desde multa até prisão.

Isto o Executivo nem precisa mandar para o Congresso, pois já está lá. É o PLC 122/2006, mais conhecido como “Projeto de Lei da Homofobia”

 4 – Outro eixo a destacar é o que eles chamam de “Educação e Cultura em Direitos Humanos”, que prevê políticas no ensino formal e no serviçõ público. Como admitiu a Agência Câmara, “O plano estimula o estabelecimento de diretrizes curriculares em todos os níveis e modalidades da educação básica”. Me pergunto: daqui a alguns anos, as crianças serão sequestradas pelo Estado aos 2 anos de idade, como era na URSS? Fica a pergunta.

 5 – Outro eixo ainda trata do cerceamento do direito de propriedade, através de medidas que constrangem a livre iniciativa e favorecem as invasões de terras

 6 – Por último, destaco a mordaça da mídia. Trata-se de controlar e “fixar critérios de acompanhamento editorial”. Quem sabe se, no ano que vem, este site não é definido como contrário aos direitos humanos, e portanto deve ser suspenso? Parece exagero e psicose.

 Prova de que não é: já no início desta campanha contra o PNDH-3, o site www.ipco.org.br foi suspenso (25 de Março p.p.), e assim ficou por alguns dias, pois a nossa hospedagem foi pressionada por “altos personagens de Brasília, que pedem não ser identificados, mas que fizeram um comunicado oficial pedindo a suspensão do site”. Tivemos que mudar para outra hospedagem menos afeita a pressões. Não fizemos ainda uma publicação completa sobre o caso para não desviar os esforços atuais. Faremos em tempo oportuno, juntamente com as provas.

 Enfim, são esses os principais eixos dos 27 projetos de lei que devem ir ao Congresso nos próximos 11 meses.

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Recuo? ou Tática de guerrilha?

Estudando o Recuo Tático

 

  Para os incautos: Recuo. Para os atentos: Tática de guerrilha. 

Tem muita gente falando que o Governo vai recuar em alguns pontos do PNDH-3.  Será? Disseram que uma nova redação seria feita neste mês de Maio.  

Estou esperando para ver. De fato, o Ministro Vanucchi e seus ‘companheiros’ sentiram a reação da opinião pública, e precisam dar um jeito. Que jeito? 

O mesmo jeito das guerrilhas: quando se sentem desmascaradas e atacadas, dão a volta por trás, num aparente recuo, para pegar a reação pelas costas e desapercebidamente.   

Os incautos pensam que os guerrilheiros fugiram. Na verdade não passa de uma manobra de guerrilha.  

Eu confesso que, se eu fosse da tese de Maquiavel e quisesse impor um Programa Socialista para o Brasil – Deus me livre disso! – eu não faria diferente.   

Pense bem: Eu lanço no ar 512 pontos programáticos – que é o que está no PNDH-3 – e depois, para amainar as reações, recuo em 10 pontos. Quem saiu ganhando: a reação, ou meu PNDH?   

Repito a pergunta: o recuo do governo não será mais uma tática semelhante à utilizada pelas guerrilhas?   

Veremos num futuro próximo.   

Quero reagir imediatamente contra o PNDH-3    

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Maquiavel em diálogo

Recuo? ou Tática de Guerrilha? II

Filomena AleixoVocês são incorrigivelmente radicais. O Governo, num ato de cortesia e moderação, recuou em pontos doloridos do PNDH. Mas vocês, como se nada tivesse acontecido, lá vão de borduna em punho, incapazes de ceder para o bem da paz, como fez o Governo.

Cristiano Bandeira – É preciso distinguir entre o que parece, e o que realmente é. Houve um recuo, mas é o mesmo recuo que faz a fera antes de dar o bote. Um observador “imparcial” poderia pensar: a fera está recuando, mas ela está ganhando força. Para ele, é falta de compreensão do cidadão ameaçado carregar a arma como se nada tivesse acontecido, e não notar o ato de “moderação” da fera. Quem pensasse assim, seria um candidato a ser o almoço da “bondosíssima” fera e de seus filhotes.

Filomena  – Está vendo como você é radical? Vai logo comparando quem não pensa como você a uma fera… Porque não a compara com uma pombinha? Não vê que eles estão cheios de boa vontade para com os mais pobres?

Cristiano –  De Hitler a Lênin e Chavez, todos os ditadores se apresentaram com “cheios de boa vontade para com os mais pobres”…

Filomena  – Mas você não pode negar que os propugnadores do PNDH-3 recuaram…

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Por que o PNDH-3 prepara uma Perseguição Religiosa no Brasil?

Como se pode afirmar que o PNDH-3 vai degenerar numa Perseguição Religiosa?

1 – Clique aqui e leia um estudo completo sobre o assunto

2 – Veja abaixo uma tabela sobre 6 exemplos de dispositivos do PNDH-3 que podem degenerar, num futuro próximo, em perseguição religiosa e em “cárcere de consciência”

O PNDH trata do aborto como um direito da mulher, e uma questão de saúde pública (cfr. PNDH-3 p. 91). Nesse caso:
  1. Os médicos que não quiserem praticar o aborto, serão exonerados, multados? Suas carteiras CRM serão cassadas?
  2. As empresas de propaganda que não quiserem fazer serviço para as clínicas de aborto, serão multadas, processadas, cassados seus registros? (isso já está acontecendo na Espanha, clique aqui e saiba mais)
  3. Os padres que cumprirem sua missão e mostrarem as penas canônicas a quem pratica o aborto, serão processados, multados, proibidos de pregar? (lembre-se do alarido que a imprensa e o governo fizeram contra D. José Cardoso Sobrinho. Depois que a lei passar, será só alarido?)
O PNDH diz: “Realizar relatório periódico de acompanhamento das políticas contra discriminação à população LGBT, que contenha, entre outras, informações sobre inclusão no mercado de trabalho, assistência à saúde integral, número de violações registradas e apuradas, recorrências de violações, dados populacionais, de rendae conjugais.” (PNDH-3 p. 99) 1. Como definir discriminação? Se eu sou católico, e portanto contra o homossexulismo, isso é discriminação?

2. Se uma mãe de família não contrata uma empregada por esta ser lésbica – ela não quer esse tipo de modelo para suas crianças – será presa, multada, constará no “relatório periódico”… da “KGB” brasileira dos Direitos Humanos?

3. Se um bispo proibir a entrada – como é seu dever – de candidatos homossexuais no seminário, será punido, multado, obrigado a receber o candidato ou fechar o seminário?

O PNDH diz: “Fomentar o acompanhamento permanente da saúde mental dos profissionais do sistema de segurança pública, mediante serviços especializados do sistema de saúde pública.” (PNDH-3 p. 108) 1. Será isso uma espécie de inquisição psiquiátrica? Quem vai acompanhar a “saúde mental” dos policiais? Um clínico ligado a ONG? Um psicanalista? O que será do policial que for classificado “doente mental” pelos agentes dos “Direitos Humanos”?
O PNDH diz: “Recomenda-se aos estados e ao Distrito Federal a criação, com marco normativo próprio, de ouvidorias de polícia autônomas e independentes, comandadas por ouvidores com mandato e escolhidos com participação da sociedade civil, com poder de requisição de documentos e livre acesso às unidades policiais, e dotadas de recursos humanos e materiais necessários ao seu funcionamento. 1. O que acontecerá se esses “ouvidores” quiserem manipular os documentos policiais, de maneira a favorecer os “menos favorecidos”, o que muitas vezes se pode ler “bandidos”?2. A luta contra o crime, que qualifica as forças policiais, não estará prejudicada? A segurança pública não ficará assim à mercê de verdadeiros sovietes, exatamente como aconteceu na Rússia comunista?
O PNDH diz: “Reconhecer e incluir nos sistemas de informação do serviço público todas as configurações familiares constituídas por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), com base na desconstrução da heteronormatividade.” (PNDH-3 p. 99) 1. Uma vez que uma prática antinatural é “incluída nos sistemas de informação do serviço público”, embora isso pareça igualdade, na verdade rebaixa a família. Pois a partir do momento em que o vício é colocado em pé de igualdade com a virtude, a virtude, que é o oposto do vício, fica sem direito de combater o vício, e perde assim a sua maior guarda, que é a luta contra o vício oposto. Parece um jogo de palavras, mas não é. A salvaguarda da família são os princípios morais. A partir do momento que o Estado proclama que o vício é normal, a família deixa de poder guardar livremente esses princípios. É a família que sai perdendo, e arrisca ser perseguida se continuar a defender os princípios morais.2. A doutrina católica é absolutamente contrária a essas configurações “familiares”. Ora, se elas forem tidas oficialmente como boas, a Igreja não poderá se calar, sob pena de trair sua missão. Mas se falar, receberá sanções legais, multas, processos, etc.
O PNDH diz: “Recomenda-se aos estados, Distrito Federal, municípios, Poderes Legislativo e Judiciário, nas diversas esferas federativas, e Ministério Público que cooperem para o enfrentamento às ações criminalizantes contra defensores dos Direitos Humanos, dos movimentos sociais e suas lideranças, tais como difamação, prisão ilegal ou arbitrária, falsa acusação, desqualificação de seu trabalho e outras.” 1. O que eles chamam de movimentos sociais? MST e congêneres! Como não qualificar seu “trabalho” de criminoso? Invasões, esbulho, depredação! Leia novamente o trecho acima: aqueles que “desqualificarem o trabalho do MST” terão que enfrentar processos do Ministério Público. Novamente, o vício perseguindo a virtude.2. O que será do Departamento de Polícia que fizer seu papel de impedir a violência dos “movimentos sociais”?
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Nos Bastidores do PNDH-3 – Parte 2

Vamos para a segunda parte da palestra do Ministro Vannuchi.

Neste vídeo Vannuchi nos diz sobre o motivo que levou Lula a nomeá-lo. O presidente queria uma pessoa de confiança para levar em frente o que é chamado pelo PNDH como “Comissão da Verdade”. Esse era o principal ponto para nomeação do novo secretário dos Direitos Humanos.

Mensalão

Vannuchi relata as dificuldades que enfrentou, em 2005, ao assumir a Secretaria que recentemente tinha perdido o status de Ministério.

E ele explica a causa desse rebaixamento:

“No auge da crise do mensalão, aqueles conselheiros do Rei que vão lá negociar com poderosos, teria ido dialogar com alguém [sobre] o que que dá para fazer para maneirar um pouco o noticiário do jornal etc. E a resposta: Não, é muito ministério, reduz uns dez.”

Ou seja, foi uma manobra do governo para tentar desviar a imprensa do foco do Mensalão.

Ainda nesta parte da conferência, há novamente o balançar do turíbulo para incensar FHC pelo PNDH. Em várias vezes é ressaltada a idéia de continuidade e não de oposição no que se refere aos “direitos humanos” entre os dois governos ditos de oposição. Como está afirmado na primeira parte desta série de artigos, por detrás do rótulo de “direitos humanos”, um PNDH significa todo um programa de governo.

Para concluir estas notas introdutórias, Vanucchi, em certo momento, acusa Aécio Neves (PSDB) de ser capaz de demitir pessoas das redações dos jornais, se assim for preciso. Diga-se de passagem que tal capacidade não é privilégio somente do político mineiro: Boris Casoy – “Fui tratado como bandido”.

Segue o vídeo:

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Controlando até a respiração: PNDH3 e o “direito ao meio ambiente”

O Programa Nacional dos Direitos Humanos – PNHD-3 garante “o direito humano ao meio ambiente e às cidades sustentáveis”. A promessa não poderia ser mais abrangente. Em sã lógica inclui outros direitos como ao ar, à água, ao sol, à chuva, etc.

De tão genérico dir-se-ia inócuo. Porém, o Estado, segundo o PNDH-3 assume a “promoção e defesa dos Direitos Humanos”, e fica erigido como regulamentador e controlador da efetivação desses direitos.

É a fórmula “direito do cidadão e dever do Estado” que até está inscrita em cada veículo de transporte público de São Paulo.

Mais simplesmente, o Estado ‒ após ouvir “conselhos” animados pelos “movimentos sociais” tipo MST e análogos a todos os níveis, como estabelece o PNDH-3 ‒ decidirá sobre o ambiente natural que envolve a cada brasileiro.

Viram-se exemplos no debate sobre o “aquecimento global”. Para os que acham que esse aquecimento existe, é perigoso, é gerado pelo homem e deve-se, portanto, restringir a emissão de CO2, suposto (falsamente) responsável mor.

Na lógica do PNDH-3 o governo deveria identificar e cortar os emissores, ouvida a opinião dos “conselhos” dominados por ONGs ecologistas.

O secretário do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, Luiz Pinguelli Rosa, deu um parco exemplo concreto do que isso significa na prática. Durante os debates prévios à conferência de Copenhague, ele exigiu que a classe média brasileira reduzisse seu consumo para combater o “aquecimento global”. Leia mais…

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O que estão querendo ensinar para nossas crianças

Veja o que o PNDH-3 está preparando para nossas crianças.

Diz o texto:

A educação em Direitos Humanos, como canal estratégico capaz de produzir uma sociedade igualitária, extrapola o direito à educação permanente e de qualidade.

A estratégia é a arte de traçar os planos de uma guerra (Silveira Martins). Essa guerra, diz o texto, destina-se a “produzir uma sociedade igualitária”, ou seja, comunista.

E o PNDH-3 é ainda mais claro especificando que “extrapola” do conceito corrente de educação. Portanto, engana-se quem julgar que se trata de uma simples iniciativa destinada à educação popular.

Não poucos esperam encontrar no progeto algo voltado para a benemerência, mas encontrarão nele um enigmático “canal estratégico”, como via para a “sociedade igualitária”.

Quero reagir imediatamente contra o PNDH-3


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Perseguição Religiosa a nível mundial

Marcello Pera

O PNDH-3 se insere num contexto de Perseguição Religiosa Mundial!

Eis o que um importante político italiano – aliás, ateu – e escreveu há poucos dias, numa colaboração ao mais influente jornal italiano, o Corriere della Sera, como reação aos ataques que pretendem envolver ao Papa Bento XVI no suposto encobrimento de escândalos de pedofilia cometidos por sacerdotes:

“Uma guerra está em curso. Não propriamente contra a pessoa do Papa, porque nesse terreno ela é impossível (…) Não, a guerra é entre o laicismo e o cristianismo. (…)

“Esta guerra entre o laicismo e o cristianismo é uma guerra campal. É preciso trazer à memória o Nazismo e o Comunismo para encontrar algo de semelhante. Mudam-se os meios, mas a finalidade é a mesma: hoje como ontem, o que se pretende é a destruição da religião.

Naquele tempo, a Europa pagou a essa fúria destruidora o preço da própria liberdade. (…) A destruição da religião comportou naquele tempo a destruição da razão. Hoje, ela não acarretará o triumfo da razão atéia, mas uma outra barbárie.

“No plano ético, é a barbárie de quem assassina um feto porque sua vida prejudicaria a “saúde psíquica” da mãe. De quem diz que um embrião é “um punhado de células” bom para experimentação. De quem liquida um velho porque não tem uma família que cuide dela. De quem apressa a morte de um filho porque ele não está mais consciente e é incurável. De quem pensa que “genitor A” e “genitor B”, de mesmo sexo, é o mesmo que “pai” e “mae”.

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Imprensa e Direitos Humanos

O PNDH-3 quer fechar a boca de todos os que lhes

são contrários… sob pretexto de

Direitos Humanos.

Veja o que diz o PNDH-3:

Elaborar critérios de acompanhamento editorial a fim de criar um ranking nacional de veículos de comunicação comprometidos com os princípios de Direitos Humanos, assim como os que cometem violações.

Os jornais, televisões, rádios serão “acompanhados” para ver se estão atuando dentro das normas de “direitos humanos” da esquerda. E será feito um ranking. Quem classifica? O que acontecerá com os que ocuparem os últimos lugares nesse ranking? É a mordaça na imprensa livre, menina-dos-olhos na etapa anterior da revolução das esquerdas, e que passa a ser incômoda na atual.

Outro trecho do PNDH-3:

Incentivar pesquisas regulares que possam identificar formas, circunstâncias e características de violações dos Direitos Humanos na mídia.

Tanto vituperou a esquerda contra a Inquisição, inclusive deformando a realidade a respeito. Era mesmo um de seus leitmotivs preferidos. Agora, chegou o momento de reeditá-la, a serviço da nova religião dos direitos humanos.

Continua o texto:

Incentivar a produção de filmes, vídeos, áudios e similares, voltada para a educação em Direitos Humanos e que reconstrua a história recente do autoritarismo no Brasil, bem como as iniciativas populares de organização e de resistência.

Trata-se de reescrever a História em moldes marxistas de luta de classes…

Quero reagir imediatamente contra o PNDH-3

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