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1 notícia ruim, 3 boas, 1 bem sintomática, e a orquestra macabra da agenda homossexual


Manifestação na França contra o ensino da ideologia de gênero nas escolas francesas

Começo pela ruim: ontem a Câmara dos Lords na Inglaterra votou a favor do “casamento” homossexual . (The Telegraph, 4/6/13) Estranho, não? Brasil, França, Inglaterra… tudo ao mesmo tempo!

As três boas:

1 – Após o Congresso francês ter aprovado o “casamento” homossexual,  passando por cima da opinião pública, as reações aumentaram ao contrário das expectativas, o que pode ser um sinal de derrota para o governo socialista a curto ou médio prazo, e – queira Deus! – de uma possível reversão da lei.

Sintoma claro disso é o fato de 15 mil prefeitos terem se negado a celebrar tais “casamentos” em suas jurisdições, inviabilizando a aplicação da “lei Tobira”. No dia 3/6, houve nova manifestação multitudinária contra o ensino da ideologia de gênero nas escolas francesas.

2 – Há três dias o Ministério da Saúdehavia lançado em um de seus sites e nas redes sociais uma campanha cujo nome diz tudo “Eu sou feliz sendo prostituta”. Tal foi a quantidade de protestos, que ontem o ministro Padilha mandou tirar do ar a propaganda e exonerou o diretor do “Departamento de DST”, prometendo  – alguém acredita? – que enquanto for ministro não autorizará o relançamento da campanha (OESP, 5/6/13). Parabéns a quem protestou. Mas fiquemos atentos: quem lança uma campanha assim, o que estará fazendo com a “saúde pública” no Brasil?

3 – Ontem o Congresso Nacional ouviu a voz pacífica mas enérgica da “6ª Marcha contra o Aborto”. O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira se alegra de ter estado presente. Hoje está programado um protesto contra a agenda homossexual.

Marcha contra o Aborto reúne milhares de pessoas em Brasília

– A última notícia: Senado vai acelerar tramitação de projeto que criminaliza homofobia (FSP, 4/6/13) O presidente da Casa, Renan Calheiros, disse o seguinte: “O processo legislativo caminha mais facilmente pelo acordo, pelo consenso, pelo entendimento. Quando isso não acontece, tem que submeter à votação, à apreciação. É o que vai acontecer em relação ao projeto da homofobia”

Tradução: já que a opinião pública pressiona os deputados e senadores a votarem contra a lei, e não conseguimos passá-la pelas vias “democráticas”, usaremos todos os artifícios e conchavos possíveis para forçar sua aprovação. A mesma música da França e da Inglaterra…

Repito: quem é ou quem são os maestros dessa orquestra, de que o presidente do Senado brasileiro, alguns parlamentares ingleses e franceses são apenas humildes violinistas?

Para calar esse concerto macabro definitivamente, seria necessário um coro uníssono de altos e baixos eclesiásticos do mundo inteiro, unido a uma reação coesa e inteligente do público. A reação está nascendo de cá, de lá e de acolá. E o coro, onde está?

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Alberto Távora

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