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Ártico cresce, ursos não morrem e “verdes” procuram apocalipse na Antártida


Fotos da NASA: expansão da superfície de gelo do Ártico nos anos 2012 e 2013. Movimento de dilatação e contração obedece a ritmos ciclicos normais e tira pretextos para o alarmismo. Catastrofistas 'esquecem' e mudam para a Antártica à procura de pretextos para tocar o mesmo realejo.
Fotos da NASA: expansão da superfície de gelo do Ártico nos anos 2012 e 2013. Movimento de dilatação e contração obedece a ritmos ciclicos normais e tira pretextos para o alarmismo. Catastrofistas ‘esquecem’ e mudam para a Antártida à procura de pretextos para tocar o mesmo realejo.

A propaganda ambientalista nos bombardeou com fotos de ursos polares sobre exíguos pedaços de gelo, dando a entender que o derretimento do Ártico condenava à extinção essa espécie.

Nada disso estava acontecendo. O Ártico diminuiu segundo um ciclo que se repete periodicamente. E diminuindo a superfície gelada, os ursos polares tiveram muito mais água para caçar e se alimentar, aumentando sensivelmente sua população. Até aqui a natureza.

De fato, a fase de degelo do Ártico implica um crescimento da população dos ursos, e não a sua diminuição. Em diversos posts temos tratado do crescimento da população dos ursos polares e dos riscos para os humanos.

CLIQUE PARA VER: 

Ursos polares em “perigo de extinção” se multiplicam, depredam e matam
Alarma mundial porque uma pedra de gelo se derrete num copo. Enquanto isso, um elefante entra no salão
Ignorância ou fraude nos exageros ambientalistas sobre o derretimento do Ártico?

No período que a superfície de gelo do Ártico diminuía, a da Antártica aumentava. Agora que o Ártico cresce, aquecimentistas espalham pânicos a propósito da Antártica.
No período que a superfície de gelo do Ártico diminuía, a da Antártida aumentava. Agora que o Ártico cresce, aquecimentistas espalham pânicos a propósito da Antártida.

Agora o Ártico entrou na fase natural de crescimento e com isso os ursos encontram maiores dificuldades para caçar e se alimentar. Nada de novo, mais uma vez. Os ursos não são bobinhos de pelúcia e migram atrás de suas vítimas. Mas tudo isso é silenciado pela propaganda ambientalista radical.

A expansão do gelo do Ártico criou zonas onde o gelo atinge uma espessura de cinco metros, como ao sul do Mar de Beaufort, na costa do Alaska, segundo a Dra. Susan J. Crockford, bióloga de British Columbia que estudou os ursos polares durante quase toda sua carreira de 35 anos e falou para a CNSNews.

Derretimento do Artico favoreceu multiplicação dos ursos polares,  agora eles migram para caçar.
Derretimento do Artico favoreceu multiplicação dos ursos polares, agora eles migram para caçar.

A maior presa dos ursos polares é a foca-anelada (Pusa hispida, também classificada como Phoca hispida), que faz buracos na superfície gelada para respirar e que não pode furar uma casca de gelo tão grossa. Agora sim, os ursos brancos estão numa situação apertada nessa região. A explicação? Ora, a explicação: o aquecimento global!

Situações semelhantes se verificaram no Mar de Beaufort nos anos 2004 e 2006. A Dra. Susan observou que os biólogos alarmistas viram ursos mais magros e acharam que a culpa era do aquecimento global, mas não olharam para a causa real do problema que é o estado do gelo.

Mas não olhar para a realidade e só acreditar nos próprios dogmas pré-concebidos em laboratórios ideológicos de esquerda é uma das especialidades ambientalistas radicais.

Um relatório do oficial U.S. Geological Survey constatou uma diminuição dos ursos em 2006. O fato foi explorado para incluir os ursos brancos na lista das “espécies ameaçadas” pelo U.S. Fish & Wildlife Service em 2008.

Porém, os responsáveis não levaram em conta que os ursos, quando não encontram presas, pura e simplesmente migram, disse Crockford. Mas o critério de juízo dos verdes foi outro: “se alguns ursos polares não entravam na conta, era porque estavam mortos”, notou a Dra. Susan.Entretanto, a migração dos ursos invalida as estimativas de diminuição, acrescentou a especialista.

“Este é um fenômeno muito específico dessa parte do Alaska, conhecido desde os anos 1970, quando se tirou a limpo que na realidade o número de ursos e de focas tinha aumentado”, quando pareciam ter diminuído, explicou Crockford a CNSNews.com.

“Isto parece acontecer a cada 10 anos, com o que concordam não só as pessoas que trabalham com ursos polares, mas as que estudam as focas. Condições similares estão se reproduzindo agora, nós sabemos que é época disso acontecer e estamos acompanhando”.

Foca anelada, presa favorita dos ursos, agora aparece menos e ursos migram
Foca anelada, presa favorita dos ursos, agora aparece menos e ursos migram

Em poucas palavras, os “verdes”, autoproclamados defensores das “espécies ameaçadas”, não sabiam o que estavam dizendo. E os cientistas verdadeiros não eram ecoados pela mídia.

Resultado: o público, o leitor e eu sendo enganados!!!

Não é de espantar que agora, subitamente, a propaganda catastrofista deixe de falar do derretimento do Ártico e da extinção dos ursos.

Está mais na moda da propaganda apocalíptica explorar degelos parciais na Antártida, para profetizar o realejo do afogamento do mundo por mares que crescem assustadoramente.

E o Ártico que estava desaparecendo e os ursos que se extinguiam? Que se danem o Ártico e os ursos, se não servirem para a propaganda anti-humana! parece responder o neocomunismo “verde”.

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Luis Dufaur

Luis Dufaur

1043 artigos

Escritor, jornalista, conferencista de política internacional no Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, webmaster de diversos blogs.

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