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Resolução 715 discrimina a Igreja Católica

Reflexão sobre Resolução 715: Igreja Católica, fundadora de hospitais, se sente excluída em meio à preferência a "terreiros"; apelo por reparação histórica.


Resolução 715 discrimina a Igreja Católica

Dr Tadeu Nóbrega, União dos Juristas Católicos

O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira entrevistou Dr. Tadeu Nóbrega, da União dos Juristas Católicos de São Paulo (UJUCASP), “sobre a Resolução 715 do Conselho Nacional de Saúde. Em seu bojo, essa Resolução inclui a defesa da Maconha, do Aborto, da Ideologia de Gênero, do anticapitalismo… Além de considerar os terreiros como complementares ao SUS.”

Essa Resolução 715 do CNS discrimina a Igreja Católica? Vejamos.

Um pouco de História

O Brasil é uma Nação que nasceu sob o signo da Cruz. Seja nas velas das naves de Pedro Álvares Cabral, seja na primeira missa celebrada em terras brasiliensis por Frei Henrique de Coimbra, seja em seu processo de civilização e evangelização.

O Brasil foi evangelizado, civilizado, ganhou cidadania internacional através do apostolado da Santa Igreja Católica, da Companhia de Jesus que enviou para a Terra de Santa Cruz, o Pe. Manoel da Nóbrega, enviou o jovem São José de Anchieta, enviou missionários, alguns deles mártires da Fé. Outras Ordes e Congregações Religiosas completaram a obra benéfica de civilizar, educar, evangelizar o Brasil.

A Santa Igreja fundou hospitais, organização desconhecida no Mundo Antigo. Ela, pregando a Caridade, inflamou o coração de homens e mulheres que se dedicaram ao bem do próximo. Quem ousava ir para leprosários, senão almas católicas abnegadas?

A Igreja Católica é, pois, a salvaguarda da Saúde, a fundadora dos hospitais, a apóstola do amor ao próximo.

Ao lado da Saúde, a Santa Igreja dedicou-se, também ao ensino. Não é matéria para essa nossa defesa nesse artigo.

Resolução 715 discrimina

Se a Resolução 715 considera os “terreiros” como complementares ao SUS, dir-se-ia que se trata de uma opção preferencial à qual caberia uma justiificativa histórico-científica. Não é essa a nossa abordagem nesse artigo.

Queremos apenas defender a Santa Igreja, com um passado comprovado no Velho e no Novo Mundo, na Ásia, na África, na Oceania de dedicação à Saúde, aos mais necessitados, aos indigentes, aos leprosos, aos cancerosos e a todos aqueles que padecem de algum sofrimento corporal — a qual fica posta de lado, marginalizada (diriam os progressistas e esquerdistas) por uma Resolução que se arvorou no direito de priorizar os “terreiros”.

A obra da Santa Igreja, pela Saúde, pela Vida; a dedicação durante dois milênios, comprovada pela História pede uma reparação. Fá-lo-á a CNBB, as dezenas de bispos que decidiram apoiar o PT nas últimas eleições? Aguardemos.

De nossa parte, como católicos, sentimo-nos “excluídos”, “discriminados”, “rebaixados” pela opção preferencial da Resolução 715 aos “terreiros”.

Nossa Senhora Aparecida guarde o Brasil São José de Anchieta, bem-aventurados 40 mártires do Brasil, roguem pela Terra de Santa Cruz.

* * *

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Autor

Marcos Machado

Marcos Machado

477 artigos

Pesquisador e compilador de escritos do Prof. Plinio. Percorreu mais de mil cidades brasileiras tomando contato direto com a população, nas Caravanas da TFP. Participou da recuperação da obra intelectual do fundador da TFP. Ex aluno da Escola de Minas de Ouro Preto.

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