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Agamia: novo tipo de relacionamento contrário à família tradicional

Tendência contemporânea de evitar casamento e filhos em prol da preservação ambiental e da busca por modelos de relacionamento mais flexíveis.


Agamia: novo tipo de relacionamento contrário à família tradicional

Detalhe, Jean-Honoré Fragonard, 1775 - A visita ao berçário

O último censo do IBGE revelou que o número de pessoas solteiras no Brasil era de 81 milhões, em contrapartida das casadas, que somavam 63 milhões. Muitos jovens hoje não querem se casar, vivem juntos e não querem ter filhos. Surge, assim, um novo tipo de relacionamento chamado agamia.

Numa entrevista ao Jornal da USP, publicada no dia 02 de maio p.p., a professora Heloisa Buarque de Almeida, do Departamento de Antropologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas declarou que as novas gerações buscam outras formas de relacionamentos, sem compromisso legal. Segundo a antropóloga, esses jovens não estão preocupados em ter filhos, mas com a preservação do planeta, o aquecimento global, a sustentabilidade etc.

As novas famílias estão tendo uma nova formação, com dois pais, duas mães, casais vivendo em casas separadas, são inúmeras as alternativas de relacionamento. Isso aparece nas relações familiares que se complexificaram. As pessoas casam e se separam, recasam, famílias monoparentais, famílias de pais do mesmo gênero, duas mães ou dois pais. Há cada vez mais também a formação de novas parcerias amorosas fora do modelo do casal. Ou do casal que mora junto, quer dizer, muitas das pessoas que já casou (sic) quando têm uma nova relação já não querem morar juntos, cada um na sua casa. Em suma, houve uma mudança na leitura do que é o amor, a família e o mundo.
Antropóloga Heloisa Buarque de Almeida

E concluiu a professora: “Mas tem também um movimento de não querer mais ter filhos, por vários motivos. Inclusive porque a gente vive a sensação de que o fim do mundo está chegando bem mais perto. A terra está aquecendo ... a chamada era do antropoceno poderia trazer o fim da vida humana está parecendo mais próximo, neh. As ondas de calor, os desastres climáticos, o aquecimento da terra... Então, muita gente jovem acha que já não tem mais interesse em ter filhos, o que faz sentido nesse contexto em que a gente está vivendo, numa postura mais de pensar a continuidade do mundo”.

Não existe previsão de quando será o fim da vida humana na terra. Entretanto, parece “o fim do mundo” uma professora de conceituada universidade como a USP justificar esse modo de vida completamente anárquico, contrário à instituição da família tradicional e aos bons costumes.

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Jurandir Dias

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(jornalista MTb 81299/SP) colabora voluntariamente com o site do IPCO.

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