Portal do IPCO
Plinio Corrêa de Oliveira
IPCO em Ação

Notícias Breves – 22/11


Destaques


1 – HÁ 50 ANOS… REVOLUÇÃO RUSSA (III)
2 – INDOLÊNCIA FACE AO DITADOR
3 – BRASIL DIZ NÃO À ANARQUIA

Para alternar entre os tópicos, utilize os botões “Anterior” e “Próximo” abaixo:

Há 50 anos… Revolução russa (III)

[…] Um balanço dos reflexos do fenômeno comunista no mundo contemporâneo não poderia deixar de incluir uma referência dorida a uma das maiores injustiças de toda a história da humanidade.

Com efeito, a dominação vermelha conserva sujeitos a um jugo injusto e desumano, antinatural e nefasto, povos na maior parte ilustres por seu papel na cristandade, pelo valor de sua cultura, de sua arte e de seu progresso técnico. Esse gênero de dominação representa a sujeição do cristão ao ateu, do homem probo ao regime ímprobo, do homem civilizado à barbárie marxista, em cujas garras se debatem em vão, sujeitos como estão a déspotas que não têm recuado diante de práticas genocidas, de perseguições religiosas e raciais, e de deportações em massa, – muito semelhantes, note-se, às do nazismo.

Não é só o crime que constitui uma vergonha, mas também a indiferença ante ele, a placidez do espectador que, sentindo-se a coberto do risco, não quer assumir o duro ônus da defesa da vítima. Desta vergonha participam no mundo livre consideráveis setores de egoístas, quando não de simpatizantes do agressor. Não somos destes, e não queremos ser daqueles.

A Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade não pode deixar que transcorra o ominoso cinqüentenário da revolução bolchevista, sem que – em meio a tantos silêncios deploráveis – levante contra esse colonialismo sua voz, a qual vai alcançando sempre maior ressonância na América Latina como em diversos ambientes da Europa e da América do Norte.

Esse protesto vai acompanhado de uma expressão de profunda solidariedade com o sofrimento de todos os povos de além da cortina de ferro e da cortina de bambu, e de uma saudação fraterna aos refugiados de tantas nações mártires legitimamente saudosos da pátria em que deixaram o melhor do seu coração.

Cfr.: http://www.pliniocorreadeoliveira.info/1967_203_CAT_No_50o_aniversario.htm#.WhMyxkxFxqN

Indolência face ao ditador

Manifestantes protestam nas ruas de Caracas contra o presidente Nicolás Maduro. Foto: AFP PHOTO / FEDERICO PARRA

Um dos países mais ricos do mundo em jazidas de petróleo e que desfrutava de uma economia confortável chegar ao ponto em que está atualmente a Venezuela, é de não se saber o que dizer. No afã de promover o tal socialismo bolivariano, seus dois últimos governantes usaram a riqueza do país em gastos maiores do que podiam e o resultado foi o endividamento com empréstimos chegando ao ponto de atualmente só ter dinheiro em caixa para pagar os juros das dívidas. É como um homem que gasta mais do que o salário que recebe: ele passa a contrair dívidas e o dinheiro que tem só dá para pagar os juros aos credores.

E o mais espantoso em tudo isso é a indolência dos países da região em face do sofrimento do povo venezuelano. Sim, indolência, porque essa é a palavra para qualificar a moleza com que se tolera a consolidação da ditadura comunista de Maduro.

Fonte: Seção Opinião: “Causa”, O Globo, quarta-feira, 15 de novembro de 2017

“Venezuela tem dinheiro só para pagar dívidas”, O Estado de S. Paulo, terça-feira, 14 de novembro de 2017

Brasil diz não à anarquia

Os recentes protestos contra a reforma trabalhista realizados em todo o Brasil foram tão pífios, segundo as centrais sindicais, que passaram como se não tivessem existido. Aliás, a mídia só noticiou os de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. De acordo com os próprios organizadores, em Brasília compareceram ao ato apenas 500 pessoas. No Rio de Janeiro não foi informado o número de participantes da manifestação, mas ela foi tão efêmera que durou menos de duas horas. Em São Paulo, as centrais sindicais disseram que compareceram 20 mil pessoas, mas a Polícia Militar eximiu-me de contar, dado o evidente exagero.

Fica claro que só compareceram aos protestos os profissionais da desordem, inclusive portando o símbolo da anarquia. São estes os opositores das reformas que viabilizam a estabilidade econômica do País.

Fonte: “Protestos contra reformas têm baixa adesão”,O Estado de S. Paulo, sábado, 11 de novembro de 2017

Detalhes do artigo

Autor

Instituto Plinio Corrêa de Oliveira

Instituto Plinio Corrêa de Oliveira

2538 artigos

O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira é uma associação de direito privado, pessoa jurídica de fins não econômicos, nos termos do novo Código Civil. O IPCO foi fundado em 8 de dezembro de 2006 por um grupo de discípulos do saudoso líder católico brasileiro, por iniciativa do Eng° Adolpho Lindenberg, seu primo-irmão e um de seus primeiros seguidores, o qual assumiu a presidência da entidade.

Categorias

Tags

Comentários

Seja o primeiro a comentar!

Comentários

Seja o primeiro a comentar!

Tenha certeza de nunca perder um conteúdo importante!

Artigos relacionados