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Livro: Uma brecha na barragem - A infiltração do lobby LGBT na Igreja

Onda de atentados cristofóbicos no Natal da Europa


Menino Jesus enforcado
Menino Jesus ‘enforcado’ em Pitelli, La Spezia.

O Natal de 2015 e a passagem de ano foram marcados na Europa por uma onde de profanações e sacrilégios nunca vista. Certa grande mídia finge ignorar, mas os fatos vão transcendendo por diversas vias ainda que com dias de atraso.

Os atos de vandalismo e barbárie anticristã visaram especialmente os Presépios, que na Itália são montados em praças públicas, mas também as igrejas, segundo noticiou o jornal espanhol ABC de Madri.

Em Pitelli, cidadezinha da província de La Spezia, no norte da Itália, o Menino Jesus foi roubado e apareceu enforcado numa árvore da praça.

Os habitantes voltaram a repô-lo no presépio, manifestando sua indignação.

Mas este não foi um caso isolado. Em Seveso, cidade de 23.000 habitantes da Lombardia, também no norte de Itália, mãos sacrílegas decapitaram a imagenzinha do Menino Jesus no presépio montado na central Praça Cardeal Confalonieri.

O mesmo aconteceu com o presépio feito pelas crianças de uma escola primária de Motte Luino, na região lombarda: o Menino Jesus teve a cabeça decepada num ato ignóbil.

Presépio-menino-Jesus
Presépio despedaçado em Fibbiana (Florença)

Em Dorga, província de Bergamo, o ódio anticatólico se voltou especialmente contra São José. O Menino Jesus teve um dedo arrancado e foi jogado numa fossa.

Em Fibbiana, perto de Florença, o presépio da praça central de San Rocco foi esmigalhado pelo ímpeto satânico.

A indignação constatada pelo jornal “ABC” é grande nessas cidades, podendo ser apalpada nos jornais locais, muitas vezes avessos ao catolicismo.

Por sua vez, na França, desconhecidos puseram fogo à igreja de Saint-Louis de Fontainebleau. Uma imagem de Nossa Senhora ficou reduzida a cinzas – se não foi roubada – e um retábulo foi consumido pelas chamas.

Houve imagens derrubadas em atos de profanação.

A imagem de Nossa Senhora de Lourdes, colocada junto ao altar principal, ficou intacta. O altar, do século XVII, ficou inteiramente queimado.

Os bombeiros concluíram tratar-se de um atentado intencional, segundo o site BFMTV.

Em Veneux-les-Sablons, outro incêndio devorou o teto da igreja, que afundou. Os profanadores conseguiram entrar quebrando os vitrais.

Interior da igreja de Saint-Louis de Fontainebleau devastado pelas chamas.
Interior da igreja de Saint-Louis de Fontainebleau devastado pelas chamas.

O jornal “Le Figaro”  acrescentou que durante o atentado contra a igreja de Fontainebleau foram ouvidos três disparos diferentes. O mesmo jornal esclareceu que “os vândalos estavam bem informados”.

As hóstias consagradas foram encontradas espalhadas pelo chão, “intencionalmente sobre uma grande superfície”.

Esses atentados aconteceram em meio a uma onda de profanações de cemitérios cristãos.

Não há provas de que os agressores tenham sido muçulmanos ou estejam ligados à onda de atentados islâmicos que assolou a Franca no fim de 2015. Porém, a população teme muito essa hipótese.

Porém, a Cristofobia não se limita aos maometanos, sendo professada também por laicistas radicais e grupos promotores da agenda LGBT.

Na hora de atacar a Igreja Católica e seus mais prezados símbolos, os grupos cristofóbicos, na aparência os mais diferentes, convergem em seu ódio.

É compreensível, pois no ódio anticristão só há um e único inspirador: Lúcifer.

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Luis Dufaur

Luis Dufaur

1043 artigos

Escritor, jornalista, conferencista de política internacional no Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, webmaster de diversos blogs.

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